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"Sou uma Bruxa (palavra com muitos significados na linguagem comum) porque uso as energias da natureza e celebro seus ciclos. Meu convívio com estas forças é forte e harmonioso visto que busco nelas as energias para me nutrir e auxiliar a quem necessitar. Minha grande Catedral é o Cosmos e ali estão todas as crenças, religiões e doutrinas que preciso para a evolução da alma. Ali coloco meu coração e recebo as energias para ser feliz. Como Wicca, meu ritual é feito ao ar livre e tenho o Céu (Cosmos) como cobertura e ali referencio a grande Mãe que somada as energias masculinas do Deus Conífero, formam, a meu ver, o equilíbrio necessário entre as forças Yin e Yang"

Selo de Hécate

Selo de Hécate

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Francis Barrett


FRANCIS BARRETT
FRANCIS BARRETT E SEU "MAGUS"-ALGUMAS REFERÊNCIAS
Sabe-se muito pouco da vida de Barrett mas existem provas de que teria fundado uma uma sociedade mágica, pois ele anunciou sua "Escola" em seu livro "Magus", descrevendo-a como "seleta". Fora isso, existem documentos conservados de, pelo menos um, de seus membros. Summers,um pitoresco clérigo e ocultista nos tempos livres, relata que Barrett fundara uma "pequena confraria de de estudiosos destes profundos mistérios", complementando que "esta não estaria restrita apenas a Londres". Continua, afirmando que: "Alguns avançaram no caminho, e pelo menos um deles era um homem de Cambridge. A tradição de Barrett se manteve em Cambridge, embora de maneira muito reservada, transmitindo seus ensinamentos a discípulos prometedores."
Francis Barrettt foi um estudioso da química, metafísica, filosofia natural e oculta. Seu livro famoso, “Magus”, foi um verdadeiro ícone do ocultismo do século XIX, quando as correspondências astrológicas já estavam plenamente incorporadas à Tradição Mágica Ocidental e cada planeta possuía seu próprio anjo. Dominando este conhecimento, teoricamente o mago poderia conjurar este anjo e obter o domínio sobre os aspectos da vida controlados pelo planeta correspondente.
O acesso ao anjo costumava ser efetuado por intermédio do seu espírito, subordinando-o. Cassiel, por exemplo, era o espírito subordinado ao anjo de Saturno. Montague Summers assegurava que os espíritos que apareciam nas ilustrações do “Magus” eram desenhados do “natural”. Entretanto, isso parece dever-se muito mais ao ressurgimento do gótico romântico, do que somente à fértil imaginação de Barrettt. "Magus", publicado pela primeira vez, em 1801, é uma codificação de Magia prática dos Grimoires, na visão Cabalista Cristã do autor, que fundamenta sua obra nos princípios da Alquimia. Sua influência foi enorme e ele conta com seguidores em todo o Ocidente, até os dias de hoje.

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