Quem sou eu

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"Sou uma Bruxa (palavra com muitos significados na linguagem comum) porque uso as energias da natureza e celebro seus ciclos. Meu convívio com estas forças é forte e harmonioso visto que busco nelas as energias para me nutrir e auxiliar a quem necessitar. Minha grande Catedral é o Cosmos e ali estão todas as crenças, religiões e doutrinas que preciso para a evolução da alma. Ali coloco meu coração e recebo as energias para ser feliz. Como Wicca, meu ritual é feito ao ar livre e tenho o Céu (Cosmos) como cobertura e ali referencio a grande Mãe que somada as energias masculinas do Deus Conífero, formam, a meu ver, o equilíbrio necessário entre as forças Yin e Yang"

Selo de Hécate

Selo de Hécate

quarta-feira, 15 de junho de 2011

"OH GRANDE DEUSA, MÃE TERRA DE TODAS AS COISAS VIVAS



"OH GRANDE DEUSA, MÃE TERRA DE TODAS AS COISAS VIVAS,
NÓS NOS DESPEDIMOS, POIS VAMOS DESCANSAR.
ABENÇOADO SEJA!
E NÓS TE DAMOS AS BOAS-VINDAS,
OH GRANDES DEUS DA CAÇA,
PAI TERRA DE TODAS AS COISAS VIVAS.
ABENÇOADO SEJA!
ÁGUA, AR, FOGO, TERRA,
NÓS CELEBRAMOS O RENASCIMENTO DO SOL.
NESTA NOITE ESCURA, A MAIS LONGA,
ACENDEMOS O LUME DAS VELAS SAGRADAS."

Deuses e Deusas








segunda-feira, 13 de junho de 2011

Olá Povo Da Deusa....



Neste espaço irei postar frequentemente tudo sobre magia, Ocultismo e sobre alguns topicos de Reuniões pra quem perder alguma coisa... Tbm aproveitarei este espaço para postar canticos, e alguns downolads, duvidas e afins...
Entretanto vale lembrar que A Tradição continuará mantendo seus Misterios, não respondendo e nem postando qualquer coisa que possa comprometer os ensinamento INTERNOS da Tradição de Baalath.
Entretanto usarei este espaço para melhor nos comunicarmos, nos estebelecemos entre outros...

Pictos, o povo das fadas.





As Ilhas Britânicas são conhecidas como o palco onde inúmeras civilizações antigas deixaram seus vestígios. Povos vinham e permaneciam ali durante séculos, e depois eram conquistados por novos invasores e rapidamente desapareciam, ou eram empurrados para as regiões montanhosas mais remotas das Ilhas.

Stonehenge e construções semelhantes na Inglaterra, as pedras esculpidas da Escócia, as inscrições ogâmicas da Escócia e Irlanda, são monumentos legados por povos pré-indo-europeus, que conseguiram deixar seus traços visíveis ainda hoje, após milênios de guerras, invasões, catástrofes e mudanças. Não se sabe a origem dos pictos, uma nação que viveu do primeiro milênio a.C. ao século IX d.C., na Escócia. Quando os celtas foram para as Ilhas Britânicas nos séculos VII e VI a.C., os pictos já habitavam as terras ao norte de Edinburgh, e quando os romanos invadiram a Grã-Bretanha no século I a.C. e rumaram para a Escócia no século seguinte, eles ainda estavam lá ocupando as mesmas terras.

Diferentes autores, desde os tempos mais antigos até os dias atuais, apresentam diferentes versões sobre a região exata de onde teriam vindo os pictos para a Grã-Bretanha nos tempos pré-históricos. As fontes arqueológicas indicam que sua chagada à Grã-Bretanha ocorreu por volta do ano 1000 a.C. vindos do Continente Europeu e em seguida no ano 200 a.C. da Escócia para a Irlanda. Porém a verdadeira terra natal dos pictos na Europa Continental é desconhecida, o que nos leva a diferentes interpretações. Autores medievais sustentavam a versão de que os pictos não eram celtas, porém uma raça pré-céltica procedente da Cítia (antiga região do NE da Europa, situada entre os rios Danúbio e Don, e ao N do Mar Negro).

No século XIX, alguns pesquisadores tentaram provar que o berço dos pictos é a Espanha, antiga Ibéria de onde os ibero-britânicos, supostamente os criadores de Stonehenge, teriam saído. A fonte dessa versão foi um autor romano que descreveu os pictos no início de século IV da era Cristã como o povo muito semelhante aos iberos a quem Roma combateu na Hispânia.

A mais antiga referência aos pictos de que se tem notícia encontra-se num documento latino de 297 d.C., redigido por Eumenius, quando, juntamente com os hiberni, foram caracterizados como inimigos dos brittani.

Fontes posteriores substituem hiberni por scotti, daí os termos familiares picts e scots. Estes eram certamente irlandeses, porém quem eram os pictos? A origem do termo pictos é problemática. O termo latino pictī, como já salientamos, significa “pintados” ou “tatuados” e assim deveria ser entendido por aqueles que sabiam o latim. Fica, porém, a dúvida, se o termo pictī era de fato o epíteto que parece ser, ou se seria uma corruptela de um nome genuíno dos pictos desconhecido para nós. Sabe-se, porém, que em referência a todos os habitantes do norte de Clyde e Forth, o termo picti abrange dois povos distintos, um céltico e outro não-céltico.

O componente céltico compreendia a população que se fixou mais densamente, talvez no primeiro século a.C., na Baixa Escócia e ao longo do litoral ocidental além de Forth; o idioma céltico britânico dessa população pode ser reclassificado como céltico picto.

O componente não-céltco pode ser equiparado com os habitantes tradicionais da região montanhosa da Escócia cujo território já era conhecido de Agrícola, no século I a.C. como Caledônia (antigo nome da Escócia). Numa conotação lingüística, o termo picto se refere somente à língua desse componente.

Por volta de meados do século V, os scots de Ulster começaram a despojar os pictos de seu patrimônio em Argyl, onde estabeleceram seu próprio reino de Dal eoganachta riada. No século seguinte, entretanto, os pictos emergem como uma força poderosa, ao que parece, sob o comando de um único rei.

Esse reino ficou conhecido como Pictland (“Terra dos pictos”). A linha Forth-Clyde formou a fronteira com seus vizinhos ao sul, os anglos de Northumbria e os Britânicos de Strathclyde. Já no oeste, a posição parece ter sido menos estável, os scots estendem seu domínio para o norte ao longo da costa e entre as ilhas.
As relações entre celtas e não-celtas no território de Pictland são ainda pouco compreendidas.

Nomes célticos britânicos são comumente usados por pictos notáveis, o que implica pelo menos acentuada influência céltica britânica, ou até mesmo inequívoca superioridade. É o que se poderia esperar com certeza na primeira fase de contato quando os celtas que utilizavam o ferro se estabeleceram na região que ainda estava na Idade do Bronze. Não está, porém, claro como as coisas se desenvolveram subseqüentemente. Há evidência de que a língua dos reis de Pictland não era céltica. Bede em sua obra Historia Ecclesiastica Gentis Anglorum (“História Eclesiástica do Povo Inglês”), publicada em 731, declara que havia cinco línguas em uso na Grâ-Bretanha: o latim (a língua oficial da Igreja) e as línguas dos Bretti (britânico), Scotti (gaélico), Picti (picto) e Angli (inglês).

De seu mosteiro em Jarrow, Bede estava em condições favoráveis de possuir informações de primeira mão sobre tais assuntos. Os territórios vizinhos de Northumbria ao norte e noroeste eram respectivamente Pictland (falante do britânico) e Strathclyde. Em outra parte de sua obra, Bede descreve uma embaixada de Northumbria ao rei dos pictos Naiton e relata que uma carta trazida pelos emissários foi primeiramente traduzida para o picto. Se a língua do rei tivesse sido céltica, Bede a teria certamente chamado britânico, pois o celta de Pictland era um simples dialeto daquele idioma, para todos os efeitos, idêntico ao de Strathclyde com o qual estava possivelmente em contato.

Pode-se notar também que as formas dos nomes célticos britânicos usados pelos pictos revelam mudanças comparáveis às que ocorreram alhures, no céltico britânico, notavelmente a perda das terminações flexivas. Esse fato indica uma continuação local do céltico durante o período do reino histórico picto. Não obstante, tem-se a impressão de que foi o picto, não o céltico, que estava em ascendência durante essa última fase.
Durante sua existência, o reino de Pictland parece ter sido subjugado à influência escocesa que emanava de Argyll. Em 565, o Cristianismo foi introduzido pelo missionário irlandês Columba (521-597). A supremacia cultural de Argyll explica por que muitos nomes pictos são gaélicos ou pelo menos gaelicizados.

Porém não há evidência de que a língua dos pictos tenha sido seriamente ameaçada até o início do século IX. Foi nessa época que os assentamentos dos nórdicos em Shetland, Orkney, nas ilhas Hébridas, e em Sutherland e Caithness contribuíram para o desaparecimento do picto naquelas áreas. Os invasores vikings abalaram a estabilidade do estado picto, criando um vácuo de força para o qual os homens de Argyll conseguiram se deslocar. Em 843, sob a liderança de Cináed mac Ailpín (anglicizado Kenneth mac Alpin), Argyll e Pictland se unificaram formando um reino escocês sediado em Scone. A conseqüência lingüística dessa mudança política foi o triunfo do gaélico à custa do picto e do céltico picto. A história silencia a respeito dos pictos durante os dois séculos que se seguem.

O que se pode conjeturar é que a língua dos pictos provavelmente tornou-se moribunda dentro de duas ou três gerações após aquele episódio, e que o ano 1000 teria sido o marco final de seu desaparecimento.

Máscara, mas que um simples acessório.




Abençoados sejam os filhos de Hécate, por buscarem os muitos lados da verdade e não deixar que seu orgulho nuble sua jornada...

Atualmente é comum o uso da máscara como acessório em diferentes manifestações culturais, porém esta prática já acontecia em tempos remotos. Ao observarmos alguns povos ou tribos que ainda hoje mantêm suas tradições ritualísticas, percebemos exemplos vivos do quanto o uso da máscara possui um valor distinto no cotidiano dessas culturas.

Nesses povos a máscara tem uma função mágica, ritualística, simbolizando na maioria das vezes, seres que possuem a capacidade de protege-los do inimigo, do desconhecido, livrando-os de doenças e proporcionando a vitória nas guerras. Também tinha a função de homenagear os deuses ou personifica-lo para que pudesse contribuir para uma melhor semeadura e colheita, assegurando a subsistência de toda a coletividade.

Em todos os continentes, principalmente na área abaixo da linha do equador, encontramos culturas que preservam o uso da máscara em seus rituais sagrados. A máscara ritualística, na cultura ocidental, é marcante no auge da civilização egípcia, cujo povo acreditava na vida após a morte e em seus rituais funerários utilizavam máscaras para realização da mumificação.

A civilização grega teve seu apogeu no séc. V a.C., período no qual o teatro também havia se desenvolvido a partir dos rituais das festas dionisíacas às apresentações das tragédias e comédias gregas. A máscara acompanha a mesma evolução, passando de ritualística para teatral. Há indícios de que teria sido Téspis, o primeiro ator da história do teatro ocidental, a usar uma máscara para fins dramáticos, porém não se pode afirmar com clareza por citarem os nomes de se seus contemporâneos Haerili e Phrynicus. A máscara teatral grega inicialmente era confeccionada de materiais como: folhas, madeira, argila e couro.

Ela possuía diferentes funções quando em cena, tais como proporção maior que a face do ator e os traços expressivos acentuados, para que todo o público pudesse assimilar o caráter do personagem. É importante ressaltar que o teatro grego era realizado a céu aberto, e para um público numeroso que ocupava a arquibancada escalonada em torno da orquestra circular. As máscaras também portavam grandes perucas, e no local em que se encaixava a boca havia uma espécie de cone que permitia uma maior propagação da voz.

Essas máscaras eram desproporcionais ao tamanho do corpo humano, exigindo desta forma redimensionar todo o figurino para acompanhar a proporção estética, inclusive utilizando botas de saltos altos.

Os romanos, ao se apropriarem de diferentes elementos da cultura grega, absorvem o uso da máscara em seu teatro denominando-as “personas” e “larvas”. Estas denominações não eram apenas para o objeto cênico “máscara”, mas também para indicar as características expressivas e físicas da personagem. No teatro romano era comum a utilização de mais de uma máscara em cena, onde de acordo com a expressão, derivada da ação, trocava-se de larvas.

É importante lembrar que o “elmo” pode ser considerado máscara se o classificarmos como máscara de guerra.Na Idade Média, a máscara passa a ser mais utilizada nas festas profanas, não deixando de fazer parte dos “mistérios”, forma de espetáculo fomentado pela igreja dominante com o intuito de propagar seus dogmas. Mas é no Renascimento que a máscara adquire novas características, primeiro pelas “farsas” apresentadas nos castelos, onde a nobreza as usava como forma de nivelar os convidados presentes, fazendo parte do próprio traje, segundo pela retomada do teatro popular em toda a Europa com a Commédia Dell’Arte.

Máscaras sociais são as atitudes sociais que precisamos assumir nos mais diferentes tempos e espaços da sociedade contemporânea. Bertolt Brecht utilizou a palavra “gestus” para se referir às atitudes sociais nas inter-relações dos personagens. As relações de poder entre os personagens causam o “gestus” brechtiano, ou melhor, a máscara social do personagem. Esta máscara social não precisa ser efetivamente um objeto para colocar no rosto, mas uma canção, uma palavra, uma atitude, ou um acessório cênico.

A palavra “gestus” vem da gestalt. Hoje a máscara ainda é acessório importante em nossa sociedade, sendo utilizada em festas folclóricas, rituais sagrados, e em outras situações que expressam a nossa tradição cultural.

A Deusa e o Deus


Para a maioria dos Wiccanos,
o Deus e Deusa são vistos como polaridades complementares no universo,
existindo um equilíbrio entre um e outro,
e desta forma têm sido comparados com o conceito de yin e yang, encontrado no Taoísmo.
Como tal, são muitas vezes interpretados como sendo
"encarnações de uma força de vida manifesta na natureza",
com alguns Wiccanos acreditam que eles são simplesmente simbólos dessas polaridades,
enquanto outros acreditam que o Deus e a Deusa
são seres verdadeiros que existem de forma independente.
Às duas divindades são dadas frequentemente associações simbólicas,
com a Deusa comumente sendo simbolizado como a Terra,
mas também às vezes como a Lua, a qual complementa o Deus, visto como o Sol.

A Prática de Mágia





A prática da magia é de origem antiga, sendo encontrada em todo o mundo. A magia é uma força que combina a energia psíquica com os poderes da vontade, para produzir os efeitos "sobrenaturais", provocar as respectivas mudanças e controlar os eventos da Natureza. Aumenta o fluxo de divindade e pode ser usada para propósitos construtivos assim como destrutivos.
A magia é uma força neutra que em si não é boa nem má. A direção do bem ou do mal é determinada pelo praticante. Entretanto, como o carma retorna por três vezes para todas as pessoas pelos seus atos nesta vida, seria atitude de autodestruição para qualquer Bruxo ou mago utilizar a magia para causar danos a alguém.

Assim como existem várias tradições wiccanas diferentes, a magia também assume várias formas. Existe a magia cerimonial, a magia cabalística, a magia dos nativos americanos (também conhecida como xamanismo), o Vudu e muitas outras. A escolha da forma (ou formas) correta da magia a ser praticada depende somente da preferência pessoal do Bruxo e/ou da tradição wiccana, embora vários Bruxos escolham praticar a magia folclórica de influência européia.
Resumindo, para realizar magia bem-sucedida deve-se estar em harmonia com as leis da Natureza e com a psiquê. é importante possuir conhecimento mágico, corpo e mente saudáveis e capacidade de aceitar a responsabilidade pelas suas próprias ações. é impossível obter magicamente resultados positivos se o seu nível de energia estiver baixo ou se o seu corpo estiver contaminado por drogas prejudiciais e/ou quantidades excessivas de álcool. Deve-se trabalhar durante a fase lunar apropriada, com convicção, concentração e visualização do resultado final.

As Tradições da Wicca e outras nomenclaturas – uma breve definição




Linhagem, o que é?

A linhagem é por assim dizer o “pedigree” de uma bruxa ou bruxo de Wicca Tradicional Britânica (Alexandrina e Gardneriana, só!) A linhagem será a linha de sucessão de sacerdotes e sacerdotisas, devidamente iniciados sem interrupção e que se pode verificar ate ao fundador dessa mesma tradição (no caso da Alexandrina sera Alex Sanders, no caso da Gardneriana será Geral Gardner).
Eis um exemplo:

O Leolad, rapaz, foi iniciado no 1* grau por Lady Taltus, que foi iniciada por Lord Tiberus que foi iniciado por Lady Beltatina que foi iniciada por Alex Sanders.

desculpem os nomes estranhos mas foram completamente inventados para exemplificar.


Lady e Lord serão por vezes (não sempre) títulos de um iniciado do 3* grau ou seja um Sumo Sacerdote ou uma Sumo Sacerdotisa em qualquer das duas tradições.

Estas linhagens são facilmente verificadas para se saber da autenticidade das iniciações. Comunica-se com alguém no meio da linhagem e verifica-se para trás e para a frente.

Qual a importância de ter uma linhagem?

Bom, não se e mais wiccan por ter uma linhagem e isso só interessa aos que seguem a Wicca numa vertente tradicional britânica, embora os Graus de outrem sejam para respeitar, independentemente de se praticar a Wicca ou não.

Mas e importante saber a linhagem de alguém que se diz iniciado Gardneriano ou Alexandrino para se poder verificar a sua autenticidade. Ja perdi a conta das fraudes que me chegaram as mãos.

Portanto, quando se fala em linhagem, esta-se a falar em exclusivo da Wicca Tradicional Britânica – A Wicca Alexandrina e a Wicca Gardneriana.

O que e que o “BB” quer dizer?

Estas duas letras poderão ser as iniciais de duas formas de saudação ou despedida Pagã:

1. Blessed Be ( que numa tradução livre será, “Abençoado(a) Sejas”)
2. Bright Blessings ( Bênçãos Brilhantes )
3. Brightest Blessings ( As mais luminosas bênçãos)

Normalmente e de forma mais comum na wicca “Blessed Be” e mais utilizada tanto na saudação ou despedida a alguém. As outras duas formas também poderão ser utilizadas da mesma maneira.

O que e isso dos graus?

Na Wicca Tradicional Britânica existem três graus e mais recentemente um pré-grau chamado Dedicante (nao tradicional mas que alguns grupos tem vindo a adoptar). Quem pratica mas não passou pelo rito de dedicação nessa vertente especifica da wicca (Alexandrina ou Gardneriana) não se poderá chamar Dedicante.

Assim, os graus na wicca são:

Dedicante – um pré-grau onde o Adepto e observado de perto para avaliar a sua evolução e dedicação ( mais uma vez este grau não e um grau tradicional mas antes empregue, por escolha, por alguns Covens).

1* Grau – O primeiro grau onde o Dedicante e iniciado na tradição sendo considerado um Sacerdote.

2* Grau – O Sacerdote de 1* Grau e iniciado no 2* Grau e considerado um Sumo Sacerdote. Este poderá iniciar outros ate ao seu Grau (1* e 2*)

3* Grau – Normalmente atribuído a que pretende formar um grupo ou Coven (também chamado em português Conventículo) sendo o Grau mais alto dentro do Wicca.

Este sistema de Graus aplica-se tanto a Wicca Alexandrina como a Wicca Gardneriana e por vezes a outras tradições que derivam destas.

A auto-iniciação e altamente desencorajada e existem aqueles que encontram neste termo uma contradição.

“So um bruxo(a) poderá fazer outro Bruxo(a)”

Existe uma cerimonia geral – note-se que estamos a falar no Paganismo em geral e não na Wicca em particular – que poderá ser feita. Chama-se Dedicação, tal como na Wicca, mas esta e feita em relação ao Paganismo – uma dedicação ao Deuses Antigos. Normalmente esta e a forma que todos tomam antes de optarem pelas outras ou mesmo sem o fazer.

Resumindo:

Iniciações e Graus, só para que segue a Wicca Tradicional Britânica – Alexandrina e Gardneriana. No entanto, mesmo que não se siga essa vertente, terá que se respeitar quem a segue e os Graus que tem.

Wicca Alexandrina

So se poderão chamar Alexandrinos aqueles que foram iniciados nesta tradição. A Wicca Alexandrina vem de Alex Sanders o seu fundador. Ao contrario do que se pensa “Alexandrina” não advém do nome Alex Sanders, mas antes do nome Alexandria – a biblioteca legendária, localizada em Alexandria, no Antigo Egipto. Diz-se que foi destruída parcialmente por um grande incêndio. A Wicca Alexandrina e diferente de todas as outras vertentes mas inclui-se dentro das chamadas Tradicionais Britânicas (British Traditional WitchCraft) nas quais se inclui também a Wicca Gardneriana.

Wicca Gardneriana

Tal como na wicca Alexandrina, so se poderão chamar Gardnerianos aqueles que foram iniciados nesta vertente da Wicca. Fundada por Gerald Gardner, esta vertente da wicca utiliza o mesmo sistema de Graus, Títulos e Ritos que a Wicca Alexandrina. Os Gardnerianos – praticantes da Wicca Gadneriana – são bastante mais conservadores do que os Alexandrinos.

Wicca Farrariana

Como o próprio nome indica, esta e uma vertente da wicca fundada pelo casal Farrar – Janet e Stweart. Ambos iniciados na Tradição Alexandrina pelo próprio Alex Sanders e Maxine Sanders, o casal Farrar tornou-se conhecido pelos livros que publicaram, nomeadamente o “Witchies’ Way” e “The Witches’ Bible”. Aquando da escrita e publicação da Bíblia das Bruxas o casal Farrar já não se consideravam Alexandrinos, criando uma outra vertente da wicca baseada na wicca Alexandrina mas com elementos tradicionais Irlandeses. Quem utiliza estes rituais poder-se-a considerar praticante de uma vertente farrariana da wicca.

Wicca Ecletica

O ecletismo e uma das formas que a wicca tomou nos anos 80. Com o ressurgimento de outras filosofias e conceitos pagãos, a wicca ecléctica surge para recolher o melhor de todas elas, embora não “passeie” pelos mistérios da Wicca Tradicional Britânica.

Wicca Progressiva

Mais uma vez o casal Farrar criou mais uma vertente da wicca. Depois de terem deixado a pratica da Wicca Alexandrina, os Farrar e mais recentemente Gavin Bone e Janet Farrar, tem vindo a desenvolver aquilo que chamam de Wicca Progressiva. Uma wicca moderna e adaptada, experimental e aberta mas solidamente enraizada em conceitos antigos, nomeadamente xamanicos e tradicionais britânicos (ler o livro “Progressive WitchCraft” de Janet Farrar e Gavin Bone).

Wicca Tradicional

Esta e uma outra forma de definir a wicca tradicional britânica – Alexandrina e Gardneriana – sem definir qual delas se prefere.


Wicca Hereditária ou Bruxaria Hereditária

Raros sao os casos em que a tradição e passada dentro de uma família. A wicca hereditária ou Bruxaria Hereditária, como o próprio nome indica, e passada dentro de uma família. Nesta forma tradicional poder-se-a incluir a Strega (passada originalmente na família) e a Tradição do Clan de Tubal Cain, agora apenas activo na América.

Espero sinceramente ter esclarecido um pouco mais acerca das varias tradições.
Perguntas poderão ser respondidas aqui.

HÉCATE




Hécate é uma divindade, filha dos titãs Perses e Astéria. Hécate, em grego, significa "a distante" (embora alguns atribuam a origem do nome à palavra egípcia Hekat que significaria "Todo o poder", já que supostamente Hécate teria se originado em mitos do sudoeste asiático que fora assimilada para a religião greco - romana mais tarde) mas era conhecida como a mais próxima de nós, pois se acreditava que, nas noites de lua nova, ela aparecia com sua horrível matilha de cachorros fantasmas diante dos viajantes que por ali cruzavam. Ela enviava aos humanos os terrores nocturnos e aparições de fantasmas espectros. Também era considerada a deusa da magia e da noite, mas em suas vertentes mais terríveis e obscuras. Era associada a Ártemis, mas havia a diferença de que Ártemis representava a luz lunar e o esplendor da noite. Também era associada à deusa Perséfone, a rainha dos infernos, lugar onde Hécate vivia.
Dada a relação entre os feitiços e a obscuridade, os magos e bruxas da Antiga Grécia lhe faziam oferendas com cachorros e cordeiros negros no final de cada lua nova. Era representada com três corpos e três cabeças, ou um corpo e três cabeças. Levava sobre a testa o crescente lunar (tiara chamada de pollos), uma ou duas tochas nas mãos e com serpentes enroladas em seu pescoço. Os romanos assimilaram Hécate a Trívia, deusa das encruzilhadas, embora a relação dada entre ambas não seja tão perfeita como em outros casos da mitologia. Os marinheiros consideravam-na sua deusa titular e pediam-lhe que lhes assegurasse boas travessias. Hécate era uma divindade tripla: lunar, infernal e marinha.
Hécate se uniu primeiramente com Fórcis e foi mãe do monstro Cila e depois com Aestes, de quem gerou a feiticeira Circe. Em outros mitos, Cila era uma ninfa que foi transformada por Circe num monstro marinho. O cipreste estava associado a Hécate. Seus animais eram os cachorros, lobos e ovelhas negras. Suas três faces simbolizam a virgem, a mãe e a senhora. Ela transmite o poder de olhar para três direcções ao mesmo tempo. Esta deusa sugere que algo no passado está amarrando o presente e prejudicando planos futuros.
Com o fim do matriarcado na Grécia, Hécate se tornou a senhora dos ritos e da magia negra. As três faces passaram a simbolizar seu poder sobre o mundo subterrâneo, onde morava, ajudando à deusa Perséfone a julgar os mortos; a terra, onde rondava nas luas novas; o mar, onde tinha seus casos de amor. Esse tríplice poder de Hécate é comparável ao tríplice domínio sobre o mar, a terra e o céu.
Nos mitos, seu papel foi sempre secundário. Participou da Titanomaquia ao lado de Zeus, ajudou Deméter a procurar sua filha Perséfone quando esta foi raptada por Hades e combateu Hércules quando ele tentou enfrentar Cérbero, seu cão de companhia no mundo subterrâneo.
Outra definição

Hecate ou Hécate é uma deusa correspondente a Ártemis. Segundo Hesíodo, é filha de Astéria (deusa estelar) e Perses, deus da destruição. Astéria, também conhecida por Ortígia, é irmã de Leto, mãe de Apolo e Ártemis (Astéria é filha dos Titãs Céos e Febe. Perses é filho do Titã Créos e de Euríbia; e Euríbia é filha de Pontos e Gaia). Nesta versão Hécate descende da geração de Urano, Gaia e Pontos, tornando-se uma deusa do Céu, da Terra e do Mar. Mas também aparece como filha de Nyx, deusa da Noite escura. Já acreditaram que Hécate fora outrora uma das Erínias, pois seus símbolos são idênticos (tochas, serpentes, sombras etc). Também já a citaram como uma das Moiras, pois tanto Hécate, quanto sua filha Circe, podem intervir nos fios do Destino. Permanece muito misteriosa, caracterizada mais por suas funções e atributos que pelas lendas em que intervém. É, portanto, independente das divindades do Olimpo. Zeus conservou seus privilégios antigos e inclusive os aumentou.
Hécate espalha sua benevolência por todos os homens, concedendo as graças a quem as pede. Dá nomeadamente a prosperidade material, o dom da eloqüência na política, a vitória nas batalhas e nos jogos. Proporciona peixe abundante aos pescadores e faz prosperar ou definhar o gado conforme quer. Seus privilégios se estendem a todos os campos em vez de se limitarem a alguns, como acontece em geral com as divindades. É invocada também particularmente como "deusa que nutre" a juventude, em pé de igualdade com os gêmeos Ártemis e Apolo. É igualmente uma deusa protetora das crianças, e enfermeira e curandeira de jovens e mulheres.
São estas as características de Hécate na época antiga. Pouco a pouco, a deusa foi adquirindo uma especialização diversa. Foi considerada como deusa que preside à magia e aos feitiços. Está ligada ao mundo das sombras. Surge aos magos e às feiticeiras com um archote em cada mão, ou na forma de diversos animais: égua, cadela, loba etc. É a ela que se atribui a invenção da feitiçaria, e a lenda a incorporou à família dos magos por excelência: Circe, Eetes e Medeia. Com efeito, tradições tardias dizem que Circe é filha de Hécate e ora mãe, ora tia de Eetes e Medeia.
Hécate, a deusa grega das encruzilhadas; desenhada por Stephane Mallarmé em Les Dieux Antiques, nouvelle mythologie illustrée (Paris, 1880).
Medeia se diz sacerdotisa de Hécate, e sempre está no altar da deusa, em suas invocações. Hécate era uma divindade misteriosa, às vezes identificada com Ártemis (deusa da Lua - esplendor na noite de Lua cheia; e as trevas e seus horrores) -, às vezes com Perséfone (Hécate é a deusa dos espectros e fantasmas). É a deusa da bruxaria e do encantamento, e acreditava-se que vagava à noite pela terra, vista somente pelos cães, cujo latido indicava sua aproximação. Hécate, nesses passeios, estava sempre acompanhada por seu séquito de espectros, entre eles Empusa.
Como feiticeira, Hécate preside às encruzilhadas, que são lugares preferidos da magia. Ali se ergue sua estátua, na forma de uma mulher com três corpos ou três cabeças. Essas estátuas eram abundantes nos campos da antiguidade e junto delas colocavam-se oferendas.
Hécate é também a deusa dos caminhos, dando à humanidade novos caminhos a serem seguidos. Deusa forte e poderosa por excelência. Mãe também de Skylla ou Cila, com Fórcis, que Circe transformara em monstro terrível.
Hécate é conhecida como "deusa tríplice", pois domina nos céus, na Terra e no mar (e também no mundo dos mortos, pois era rainha do Érebo, na ausência de Perséfone). Com Perséfone e Deméter é uma das grandes deusas dos mistérios de Elêusis. Dizem que na versão hesiódica Hécate é o ressurgimento da grande Febe.

Vocação Sacerdotal na Wicca Inspirado por Evan



Abençoados sejam os filhos de Hécate, pois dela herdaram sua liberdade e a responsabilidade total de seus atos e escolhas...

Navegando em diversos sites encontrei este texto, ele me chamou atenção por se mostrar essêncial na busca por consciência e na compreensão do Sacerdocio na Wicca.
Espero que façam um bom proveito dele.

"Chamo por seu espírito, erga-se e venha a mim, pois sou a alma da Natureza, que dá força ao universo. De mim, se originam todas as coisas, a mim tudo deve retornar; e perante meu rosto, amado por deuses e homens, permita que sua mais interna essência divina seja envolvida pelo enlevo do infinito. Que meu culto parta do coração regozijante, pois todo ato de amor e prazer, é um ritual à mim. Assim, que em todos haja beleza e força, poder e compaixão, honra e humildade, alegria e reverência."

O parágrafo acima é trecho de um texto clássico da Wicca, conhecido como "O Chamado da Deusa".

É, com certeza, um dos mais belos escritos até hoje e por sua profundidade, tornou-se também um dos mais difundidos e conhecidos.Resolvi começar este artigo com essa citação, pois quero hoje falar sobre a Vocação Sacerdotal na religião Wicca.Acredito que, muito além da denominação bruxos, deveríamos pensar e talvez abandonar alguns modismos, reconhecendo-nos como sendo sacerdotes, pessoas que, num determinado momento da vida, atenderam ao Chamado da Deusa, erguendo-se do meio do povo e permitindo-se literalmente, despertar para uma nova consciência, uma nova vida e maneira de viver.

Nesse sentido, a palavra vocação, de origem latina, serve perfeitamente para designar esse momento tão especial, o momento do chamado ao sacerdócio wiccano, feito à homens e mulheres de todas as idades, classes sociais, culturais, etnias e opções sexuais diversas.Somos bruxos sim! Claro que somos! Mas somos sacerdotes também, pois quando nos iniciamos na religião Wicca, seja esta uma iniciação formal numa tradição qualquer ou através da auto-iniciação, estamos nos colocando perante a Deusa e os Deuses Antigos e afirmando conscientemente que desejamos ser um instrumento de sua força, seu amor e seu poder entre os homens, estamos nos colocando como seus filhos e reconhecendo um vínculo que nos une como parte do antigo povo, que desperta ao ouvir o chamado da Deusa e este chamado, leva-o ao invariavelmente ao sacerdócio.

Ser um sacerdote, com todas as suas responsabilidades, para muitos pode ser uma tarefa árdua, pois a vocação sacerdotal nos exige algumas posturas que nem sempre serão agradáveis para com os outros, aqueles que não compreendem os motivos que nos levaram a aceitar e responder ao chamado Dela. Inúmeros questionamentos são feitos, centenas de dúvidas levantadas, dúzias de conflitos pessoais que nos fazem confrontar nosso antigo modo de vida com os efeitos de nossa grande escolha, aquela que fazemos dentro de um círculo mágiko, quando pela primeira vez dizemos: "Ancient Mother... I'm here! "A Deusa estende seu chamado à muitos outros seres humanos e à cada dia, novos passos percorrem o Antigo Caminho.

Cabe à cada um de nós, que dissemos "I'm here!", sermos aqueles que ajudarão os mais novos à trilhar com sabedoria, honra, compaixão, humildade, alegria e responsabilidade, pelo árduo caminho que nos leva a uma vida plena, em amor e confiança para com todos os seres e para com a própria divindade, a Mãe Antiga que à todos acolhe e à todos ensina.E, afinal, o que é um sacerdote senão um representante da Deusa entre os homens?Até que ponto, somos efetivamente sacerdotes da Deusa? Somos sacerdotes apenas quando dentro de um Círculo, em nossos Covens ou será que já aprendemos a honrar a Deusa 25h por dia, levando-a dentro de nossos corações e mentes, estando consciente de nossos atos e responsabilidades? Somos sacerdotes wiccanos ou apenas brincamos de ser?

E quanto à nossa religião, que é o caminho que escolhemos trilhar, sabemos discernir, em meio às nossas próprias práticas e experiências mágikas, o que é Wicca daquilo que não é?

Ficam algumas perguntas, que considero importantes nos dias atuais e pra Wicca num futuro próximo, pois assim como sempre foi, o futuro depende de nossas ações no presente.

Fonte:Ghalladrian Moonstar/Abrawicca

sexta-feira, 10 de junho de 2011

A Sacerdotisa


A porta está aberta, podes entrar.
Sim, tu, o cinismo, o desprezo,
Não fiquem lá fora tu a hipocrisia
Não tenhas receio, tens aqui o teu lugar.

O sincero... oh...deixem-me ri,rir,rir.
Ele tem a mania que assim pode viver,
Mas meu pobre, és ingénuo, acredita
Continua pobre louco, até onde queres ir?

Tu moras num mundo onde não tens lugar.
Tu falas de amor como se ainda existisse
Já foi tempo, agora somos nós os mais fortes
Não penses que chegas aqui e tudo podes mudar.

E tu? Quem és tu? Um mosqueteiro do Rei?
Embainha a tua espada, louco Don Quixote.
Tu nada consegues, não tens força, só loucura
Aqui são os espertos que decidem, não a lei.

Ser esperto, é ser malandro, não inteligente,
Saber aproveitar as ocasiões que se apresentam
Saber evitar que a amizade e o amor vençam
Porque somos os mais fortes que toda a gente.

A quê pode servir a inteligência sem hipocrisia?
Não serve de nada ou muito pouco nestes meandros.
Escrevem leis, escrevem poesia escrevem sobre a paz
Mas caros amigos, nada conseguem sem a hipocrisia.

Vejamos aqueles a quem chamam de diplomatas.
São inteligentes, certo, mas dizem o que não pensam
Mas aquilo que lhes convém, não a sinceridade
E esses, sim, são o que o povo diz, verdadeiras ratas

Cérberus


Cérberus

monstruoso cão de múltiplas cabeças e cobras ao redor do pescoço que guardava a entrada do Hades, o reino subterrâneo dos mortos, deixando as almas entrarem, mas jamais saírem e despedaçando os mortais que por lá se aventurassem.

Caríbdis



Caríbdis
monstro marinho protetor de limites territoriais no mar. Em outra tradição, seria um turbilhão criado por Poseidon.

Basilisco


Basilisco
é uma serpente fantástica com uma coroa dourada e, no macho, uma pluma vermelha ou negra. Durante a Idade Média era representado como tendo uma cabeça de galo ou, mais raramente, de homem.Leonardo da Vinci escreveu que o basilisco é tão cruel que, quando não consegue matar animais com a sua visão venenosa, vira-se para as plantas e para as ervas aromáticas e, fixando o olhar nelas, seca-as.

Harpia


Harpia

Representadas ora como mulheres sedutoras, ora como horríveis monstros, as Harpias traduzem as paixões obsessivas bem como o remorso que se segue a sua satisfação.

Na mitologia grega, as Harpias (do grego hárpyia, "arrebatadora") eram filhas de Taumas e Electra e, portanto, anteriores aos olímpicos.

Procuravam sempre raptar o corpo dos mortos, para usufruir de seu amor. Por isso, aparecem sempre representadas nos túmulos, como se estivessem à espera do morto, sobretudo quando jovem, para arrebatá-lo.

Parcelas diabólicas das energias cósmicas, representam a provocação dos vícios e das maldades, e só podem ser afugentadas pelo sopro do espírito.

A princípio duas - Aelo (a borrasca) e Ocípite (a rápida no vôo) - passaram depois a três com Celeno (a obscura).

Centauro


Centauro
tinham do homem a cabeça e o tronco e o restante do corpo do cavalo. Os antigos apreciavam muito o cavalo para considerar que sua união com o homem constituísse uma forma degradante e, assim sendo, o centauro é o único dos monstros mitológicos da antigüidade ao qual eram atribuídas boas qualidades. Os centauros eram admitidos na companhia dos homens, e estavam entre os convidados, no casamento de Píritos com Hipodâmia. Na festa, Eurátion, um dos centauros, tendo-se embriagado com vinho, tentou violentar a noiva; os outros centauros seguiram seu exemplo, provocando um terrível conflito, no qual vários deles foram mortos.

Ciclope


Ciclope

gigantes imortais com um só olho no meio da testa. Eram os inimigos dos Deuses.

Grifo


Grifo

criatura lendária com cabeça e asas de águia e corpo de leão. Fazia seu ninho perto de tesouros e punha ovos de ouro sobre ninhos também de ouro.

Kraken


Kraken
polvo gigantesco que atacava as embarcações em alto mar. Esticando seus poderosos tentáculos, ele conseguia superar a altura do mastro principal e abraçava o navio inteiro. Marinheiros rolavam no tombadilho e se afogavam nas ondas furiosas, ou pior, eram comidos pelo feroz monstro marinho. O Kraken supostamente tinha mais de uma milha de diâmetro, era tão grande que marinheiros podiam confundi-lo com pequenas ilhas.

Equidna



Equidna
criatura monstruosa da mitologia grega, com tronco de uma bela mulher (ou ninfa) e cauda de serpente em lugar dos membros. Era gigante, como um titã. Por isso era á única capaz de se unir com o horrendo Tifão. Vivia numa caverna no Peloponeso ou na Síria.

Gerion



Gerion
gigante da mitologia grega de três corpos que apascentava em sua ilha o seu rebanho. Hércules recebeu como um de seus Doze trabalhos, a missão de roubar o gado de Gerião, o que fez após matar o gigante com sua clava. orthrus.

Hidra de Lerna



Hidra de Lerna
monstro foi criado por Hera para matar Héracles. Quando percebeu que Héracles iria matar a serpente, Hera enviou-lhe a ajuda de um enorme caranguejo, mas Héracles pisou-o e o animal converteu-se na constelação de caranguejo (ou Câncer) animal fantástico habitava um pântano junto ao lago de Lerna, na Argólida, costa leste do Peloponeso. A Hidra tinha corpo de dragão e nove cabeças de serpente (algumas versões falam em sete cabeças e outras em números muito maiores) cujo hálito era venenoso e que podiam se regenerar.

Fênix


Fênix

pássaro da mitologia grega que, quando morria, entrava em auto-combustão e, passado algum tempo, renascia das próprias cinzas. Outra característica da fénix é sua força que a faz transportar em voo cargas muito pesadas, havendo lendas nas quais chega a carregar elefantes. Sendo uma ave de fogo.
Teria penas brilhantes, douradas, e vermelho-arroxeadas, e seria do mesmo tamanho ou maior do que uma águia. Segundo alguns escritores gregos, a fénix vivia exatamente quinhentos anos. Outros acreditavam que seu ciclo de vida era de 97.200 anos. No final de cada ciclo de vida, a fénix queimava-se numa pira funerária. A vida longa da fénix e o seu dramático renascimento das próprias cinzas transformaram-na em símbolo da imortalidade e do renascimento espiritual.

Medusa


Medusa
monstro ctônico do sexo feminino, uma das três Górgonas. Filha de Fórcis e Ceto, quem quer que olhasse diretamente para ela era transformado em pedra. Ao contrário de suas irmãs Górgonas, Esteno e Euríale, Medusa era mortal; foi decapitada pelo heroi Perseu, que utilizou posteriormente sua cabeça como arma.

Gréias



Gréias
eram três irmãs que tinham apenas um dente e um olho, que compartilhavam. Tinham os cabelos grisalhos desde o nascimento, e por isso o nome Gréias.

Quimera



Quimera
figura mística que, apesar de algumas variações, costuma ser apresentada como um ser de cabeça e corpo de leão, além de duas outras cabeças, uma de dragão e outra de cabra. Outras descrições trazem apenas duas cabeças ou até mesmo uma única cabeça de leão, desta vez com corpo de cabra e cauda de serpente, bem como a capacidade de lançar fogo pelas narinas.

Ládon


Ládon

um dragão com um corpo de serpente onde tinha cem cabeças que falavam línguas diferentes, foi um dragão a quem Hera, mulher de Zeus, deu a tarefa de proteger a macieira de frutos de ouro. Esta era um árvore que Gaia lhe tinha dado no dia de casamento com Zeus. Hera plantou essa árvore nos confins ocidentais do Mundo e deu às ninfas do entardecer, filhas de Atlas, a função de a proteger. Estas, por sua vez, aproveitaram-se dos frutos de ouro para seu próprio benefício e a rainha dos deuses teve de procurar um guardião mais fiável, poderoso, e inteligente - Ládon.

Leão de Neméia


Leão de Neméia
criatura da mitologia greco-romana que habitava a planície de Neméia, na Argólida, aterrorizando aquela toda a região. A terrível fera não podia ser morta por um homem normal e todos os que tentavam enfrentá-lo ficavam completamente aterrorizados pelo seu rugido, que podia ser ouvido a quilômetros de distância. Além disso, arma alguma podia penetrar o couro do animal, e todos que o tentavam matar com lanças ou flechas acabavam sendo devorados.

Minotauro


Minotauro
criatura imaginada com a cabeça de um touro sobre o corpo de um homem.

Mantícora



Mantícora
criatura mitológica, semelhante às quimeras, com cabeça de homem - por vezes com chifres, três afiadas fileiras de dentes de ferro e com voz trovejante - e corpo de leão (geralmente, com pêlo ruivo) e cauda de escorpião ou de dragão com a qual pode disparar espinhos venenosos. Em algumas descrições, aparece com asas, variando as descrições, no que diz respeito às suas dimensões: desde o tamanho de leão até ao de cavalo.

Ortros


Ortros
cão bicéfalo da mitologia grega. Considerado o cão de guarda mais feroz da antiguidade, sua cauda era uma serpente. Sua mãe, Equidna, era uma mulher-serpente e seu pai, Tifão, possuia cabeça de cavalo. Ortro era irmão do cão Cérbero, que guardava o Hades

Tifão



Tifão
deus da mitologia a quem imputavam os gregos a paternidade dos ventos ferozes e violentos.Hesíodo descreve-o assim:
"As vigorosas mãos desse gigante trabalhavam sem descanso, e os seus pés eram infatigáveis; sobre os ombros, erguiam-se as cem cabeças de um medonho dragão, e de cada uma se projetava uma língua negra; dos olhos das monstruosas cabeças jorrava uma chama brilhante; espantosas de ver, proferiam mil sons inexplicáveis e, por vezes, tão agudos que os próprios deuses não conseguiam ouvi-los; ora o poderoso mugido de um touro selvagem, ora o rugido de um leão feroz ; muitas vezes — ó prodígio! — o ladrar de um cão, ou os clamores penetrantes de que ressoavam as altas montanhas."

Súccubus e Incubus



Súccubus e Incubus

figura demoníaca intimamente associada ao vampirismo. É conhecida pelo hábito de invadir o quarto de uma mulher à noite, deitar-se sobre ela para que seu peso fique bem evidente sobre seu peito e então força-a a fazer sexo. O Succubus, a sua contraparte feminina, ataca os homens da mesma maneira. A experiência do ataque do incubus/succubus varia de extremo prazer ao absoluto terror. É, como já assinalou o psicoterapeuta Ernest Jones, o mesmo espectro de experiências descritas na moderna literatura entre o sonho erótico e o pesadelo.

Bergelmer



Bergelmer
gigante, pai de todos os novos gigantes nevados. Ele e a sua esposa foram os únicos sobreviventes da inundação do sangue de Imer. Era filho de Trudelmer, que era filho de Imer.

Fenris


Fenris
lobo monstruoso da mitologia nórdica. Filho de Loki (filho de criação de Odin) com a giganta Angrboda, tem como irmãos Jormungand (a serpente de Midgard) e Hel (a Morte).

Granfallon


Granfallon
criatura horrenda, uma espécie de enorme bola suspensa no ar, cuja derme ou "pele" é formada por milhares de cadáveres humanos amontoados uns nos outros, sendo tantos que muitos caem no chão. Apesar disso dizem que o verdadeiro Granfaloon, que fica envolto por debaixo desta pele grotesca, é uma espécie de núcleo parasita inteligente dotado de vários tentáculos pegajosos.
A lenda reza que se esta aberração da natureza é vista por humanos, o monstro anuncia que os corpos dos entes mais queridos para a pessoa irão morrer para juntar-se aos demais que o encobrem, e se caírem de sua pele suas almas irão arder num sofrimento infinito (pois é o que o monstro diz sobre aqueles desafortunados o bastante, que por azar do destino acabam se soltando de sua carcaça, já que os corpos são alimentados e mantidos "vivos" pelo ectoplasma fornecido pelo núcleo do parasita).

Gullinbursti



Gullinbursti
javali gigante de ouro que habita Midgard. Foi construído pelos anões Brokk & Eitri como uma aposta contra o deus Loki. Sua organização, disciplina e força eram invejados por todos contra quem batalhava. Há quem diga que Gullinbursti foi o maior pesadelo de Midgard.

Grendel



Grendel
personagem monstruoso do épico medieval anglo-saxão Beowulf. É um dos três oponentes derrotados pelo herói do poema.
No poema, Grendel é uma criatura que repetidamente ataca durante a noite o salão de festas (Heorot) do rei dinamarquês Hrothgar. Em seus ataques, Grendel mata e come os guerreiros que tentam defender o salão, o que leva os dinamarqueses a abandonar o edifício. Muito tempo passa até que chega à corte o guerreiro gauta Beowulf, vindo de Götaland (atual Suécia). A pele de Grendel é invulnerável ao fio das espadas, mas Beowulf usa sua força descomunal para subjugar o monstro, que termina perdendo um braço. Gravemente ferido, Grendel foge para os pântanos, onde morre.

Jormungand


Jormungand

tem o aspecto de uma gigantesca serpente. Quando Jormungand nasceu, conta a Edda, que Odin a jogou no mar profundo que cobre a midgard. De acordo com o Edda em Prosa, Odin raptou os três filhos de Loki, sendo Jormungand jogado no grande oceano que circula Midgard, aonde viveu desde então. A serpente cresceu tanto que seria capaz de cobrir a Terra e morder sua própria cauda, e como resultado disso, ela ganhou o nome alternativo de Serpente de Midgard ou Serpente do Mundo. O arqui-inimigo de Jormungand é o deus Thor.Durante o Ragnarök, ela se libertará e cobrirá a terra e os céus com seu veneno.

Behemoth


Behemoth
criatura fantástica descrita na Bíblia, no Livro de Jó, 40:15-24. Sua descrição é tradicionalmente associada à de um monstro gigante, podendo ser retratado como um leão monstruoso, apesar de alguns criacionistas o identificarem como um saurópode ou um touro gigante de três chifres.

Golem



Golem
ser artificial mítico, associado à tradição mística do judaísmo, particularmente à cabala, que pode ser trazido à vida através de um processo mágico.
O golem é uma possível inspiração para outros seres criados artificialmente, tal como o homunculus na alquimia e o moderno Frankenstein (obra de Mary Shelley).
No folclore judaico, o golem (גולם) é um ser animado que é feito de material inanimado, muitas vezes visto como um gigante de pedra. No hebraico moderno a palavra golem significa "tolo", "imbecil", ou "estúpido". O nome é uma derivação da palavra gelem (גלם), que significa "matéria-prima"

Alicanto


Alicanto

é um pássaro maravilhoso, com olhos e asas brilhantes, que provavelmente vive no deserto, e em seu vôo luminoso, não projeta sombras.
Vivem em colinas, e trazem sorte aos mineiros, pois se alimenta de minerais preciosos, como o ouro e a prata. Caso um mineiro o veja e não é visto, o Alicanto o traz até riquezas sem igual. No entanto, se é avistado pelo pássaro, ele leva os ganaciosos a um precipício fazendo-os cair para os braços da morte.

Bahamut



Bahamut
criatura aquática da Mitologia Árabe, mesmo que esta figura sofreu enormes e complexos processos de modernização com o tempo, por isso atualmente "Bahamut" é algo completamente diferente.
Se poderia dizer que o Bahamut original foi um peixe gargantuesco que residia em um mar imenso. Sobre seu lombo suporta o peso de um touro gigantesco que recebe o nome de Kujata, que se diz, tem quatrocentos olhos, quatrocentos narizes, quatrocentas bocas, quatrocentas línguas, quatrocentos ouvidos e quatrocentas patas; uma grande quantidade de apêndices entre cada uma das quais há uma distância de quinhentos anos de viagem, o que dá uma idéia abstrata do tamanho da criatura, abstrata igualmente. Kujata suporta sobre seu lombo, por sua vez, um rubi sobre o qual repousa um anjo, quem, por sua vez, suporta os sete infernos, que suportam a Terra onde por sua vez sobre ela, se encontram os sete Céus.