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"Sou uma Bruxa (palavra com muitos significados na linguagem comum) porque uso as energias da natureza e celebro seus ciclos. Meu convívio com estas forças é forte e harmonioso visto que busco nelas as energias para me nutrir e auxiliar a quem necessitar. Minha grande Catedral é o Cosmos e ali estão todas as crenças, religiões e doutrinas que preciso para a evolução da alma. Ali coloco meu coração e recebo as energias para ser feliz. Como Wicca, meu ritual é feito ao ar livre e tenho o Céu (Cosmos) como cobertura e ali referencio a grande Mãe que somada as energias masculinas do Deus Conífero, formam, a meu ver, o equilíbrio necessário entre as forças Yin e Yang"

Selo de Hécate

Selo de Hécate

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Anton Szandor Lavey



ANTON SZANDOR LAVEY 1930-1997

LAVEY, SATANISMO E ETC - I
Muitas seitas satânicas, de modo geral, permeiam e convivem com o ocultismo atual e podem ser (relativamente) agrupadas em Satanismo Tradicional, Eclético e Gótico. Há ainda os Luciferianistas, Setianos, Thelemitas e vai por aí a diante...
Vistas de fora, são filosofias muito semelhantes entre si, embora o satanismo, nos moldes “LaVey”, seja mais divulgado, principalmente por conta de certas bandas de rock. Ainda assim, todos os seus fieis garantem buscar por Iluminação, trilhando (exatamente como nas demais seitas ou religiões) a senda do Conhecimento.

Todavia, pelo menos num aspecto, os crentes de qualquer uma das vertentes santânicas estão de acordo: todos procuram desvincular Lúcifer e Satã de suas conotações pejorativas, impostas pela mitologia judaico-cristã. Na verdade, esforçam-se por individualizá-los como duas entidades diferentes e portadoras de diferentes atributos.
Alguns satanistas justificam sua escolha sob a alegação de que através do impacto (e do fascínio) exercido por qualquer menção ao nome do seu Mestre, as verdadeiras mensagens sobre um Conhecimento sem barreiras ou tabus, artificialmente impostos e os ideais de Liberdade e Discernimento, sempre mediados pelo Amor e pela Vontade, acabarão se difundindo naturalmente. Acreditam ainda, que uma vez obtido isso, as pessoas serão mais felizes e poderão seguir em suas vidas, sem medo e plenas da verdadeira Sabedoria. Este ponto, para seus adeptos, é facilmente explicável, pelo menos em relação a Lúcifer, cujo nome, em latim, significa “portador da luz”. Neste caso, eles o identificam com o Cosmos, ou, em última análise, com Deus. Já “Satã”, que é uma corruptela hebraica do egípcio “Set-hen”, significa “Adversário”. Ora, os ocultistas estudiosos da religião egípcia afirmam que, esotericamente, Set teria sido o contraponto de Osíris, ou, falando mais claramente, nada mais que seu outro lado. Sombrio, sim, mas vital para a integridade do Ser. É por isso que as seitas ocultistas aceitam a tese dos muitos caminhos (desde que criteriosamente percorridos) que levariam à Iluminação. Afinal, todos eles passam obrigatoriamente pelo autoconhecimento...
Aqui vão algumas referências sobre ANTON SZANDOR LAVEY, o qual, nos anos sessenta, estabeleceu as bases para a organização da religião satânica, a “Church of Satan” ou “Igreja de Satan”:

Nasceu em Chicago, aos 11 de Abril de 1930 e morreu em Outubro de 1997. Seu nome verdadeiro era Howard Stanton Levey. Pouco mais tarde, a família mudou-se para S. Francisco. Conta-se que, quando garoto, ele já gostava de ler sobre o sobrenatural e impressionou-se com o romantismo gótico do “Frankenstein” de Mary Shelley e do “Dracula” de Bram Stocker. Dizem ainda seus biógrafos, que este interesse votado ao oculto, teria sido alimentado também pela avó, Luba Koltan, cigana da Europa oriental. Ela teria sido responsável pelos relatos das superstições sobre vampiros e magia negra, aprendidas na Transilvania.
Fascinado por manuais militares, logo depois da segunda guerra , ocorreu a Anton que os fracos jamais poderiam “herdar a Terra”, pois esta sempre pertenceria aos fortes e só a eles.

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