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"Sou uma Bruxa (palavra com muitos significados na linguagem comum) porque uso as energias da natureza e celebro seus ciclos. Meu convívio com estas forças é forte e harmonioso visto que busco nelas as energias para me nutrir e auxiliar a quem necessitar. Minha grande Catedral é o Cosmos e ali estão todas as crenças, religiões e doutrinas que preciso para a evolução da alma. Ali coloco meu coração e recebo as energias para ser feliz. Como Wicca, meu ritual é feito ao ar livre e tenho o Céu (Cosmos) como cobertura e ali referencio a grande Mãe que somada as energias masculinas do Deus Conífero, formam, a meu ver, o equilíbrio necessário entre as forças Yin e Yang"

Selo de Hécate

Selo de Hécate

terça-feira, 3 de maio de 2011

“Somente quando os homens da ciência se permitirem, atravessar a porta do entendimento do Amor, é que conseguiremos chegar mais rapidamente à solução de enfermidades que até os dias atuais a ciência não consegue equacionar.”





Ä Introdução:



O objetivo desta matéria é reunir estudos, na tenta­tiva de mostrar um mode­lo explicativo da etiologia (s. f. Estudo sobre a origem das coisas; parte da medicina que trata das causas das doenças. (Do lat. aetiologia.) das doenças, tendo como base à re­lação perispírito - corpo físico dando a devida importância à ação energética da mente e aos reflexos trazidos pelo emocional em nossa fisiologia, bem como a atenção do nosso inconsciente em nossa vida presente, trazendo aos dias de hoje os resultados positivos e negativos de nossas ações pretéritas.





Ä Amor uma força que cura:



Sabemos que a ciência muito já caminhou, mas os passos serão bem mais largos quando todos nós, médicos da humanidade, mantivermos um compromisso não só com a saú­de, mas também, infinitamente, com o AMOR. Como disse Sir Arthur Eddington (Arthur Stanley Eddington – astrônomo e físico inglês, nascido em Kendal, 1882, desencarnando em Cambridge, em 1944. suas principais pesquisas dizem respeito à teoria sobre a evolução e o interior das estrelas), certa vez: "Na verdade, é mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um ho­mem de mentalidade científica atravessar uma porta. E, quer se trate da porta de um estábulo ou de uma igreja, ele talvez agisse de forma mais sensata se, em lugar de esperar até que todas as dificuldades envolvidas num ingresso realmente científico estivessem resolvidas, ele, em vez disso, concordasse em ser um homem comum e entrasse". Porém, essa compreensão só se tornará possível quando o cientista do futuro concordar em abrir as portas da emoção, chegando, conseqüentemente, ao amor na sua forma mais ampla, conseguindo então, enxergar um modelo do organismo humano, partindo do físico e chegando ao etérico, incluindo nesse modelo as propriedades e características das energias sutis dos planos espirituais.


Hoje já possuímos livros que nos exemplificam fascinantes pesquisas clínicas e laboratoriais para que apre­ciemos de melhor forma a linguagem corpo/mente/espírito. Com o conhecimento da importância da comunhão e da harmonia entre eles três, poderíamos chegar mais facilmente às causas das doenças e posteriormente à cura, pois passaríamos a entender que, na qualidade de organismos humanos, somos constituídos por uma série multidimensional de sistemas de energia sutil que se influenciam mutuamente, e que um desequilíbrio nesses sistemas energéticos pode produzir sintomas patológicos que se manifestam nos planos físico/emocional/mental/espiritual. E é na tentativa de haver, cada vez mais, um novo e crescente consenso médico, que devemos lançar mão das palavras verbais e escritas que divulgam aqui­lo que já lemos, estudamos, pensamos e acreditamos. Como disse o Dr. Gerber, em seu livro “Medicina Vibracional”: "Um sistema de medicina que negue ou ignore a existência do espírito será incompleto porque exclui o atributo mais importante do ser humano, a dimensão espiritual".


Para se falar da etiolo­gia das doenças, primeiramente é necessário o entendimento sobre o laço de união entre o corpo e o espírito, chamado de perispírito. Mas, antes de entrar em sua definição, é importante relembrar as palavras do Espírito André Luiz no livro “Entre a Terra e o Céu”, onde ele diz: "Freud vislumbrou a verdade, mas toda verdade sem amor é como luz estéril e fria. Não bastará conhecer e interpretar. É indispensável sublimar e servir". Mais adiante completou: "O médico do porvir, para sanar as desarmonias do espírito, precisará mobilizar o remédio salutar da compreensão e do amor, retirando-o do pró­prio coração. Sem mão que ajude, a palavra erudita morre no ar."





Ä O Perispírito:



"Envolvendo o gérmen de um fruto, há o perisperma; do mesmo modo, uma substância que, por comparação, se pode chamar perispírito, serve de envoltório ao espírito propriamente dito" (Allan Kardec – “O Livro dos Espíritos”, parte 2, cap. 1, questão 93).


Por ter sido um termo criado por Kardec, entendemos que todos podemos admitir que ninguém melhor que ele para definir o perispírito: "É o órgão sensitivo do espírito por meio do qual este percebe coisas espirituais que escapam aos sentidos corpóreos. (...) O espírito vê, ouve e sente, por todo o seu ser, tudo o que se encontra na esfera de irradiação do seu fluido perispíritico" (A Gênese, cap. 14, item 22 - Os Fluidos).


E foi esmiuçando (esmiuçar - v. tr. dir. Fazer em partes muito pequenas; reduzir a pó; examinar, observar atenta e miudamente; deslindar, explicar, narrar com pormenores.) as palavras de Kardec, no livro “Depois da Morte”, cap. 21, p. 174 e 175, que Léon Denis, falando sobre o períspirito ou corpo espiritual, disse que: "O perispírito é, pois, um organismo fluídico, é a forma pre­existente e sobrevivente do ser humano, sobre a qual se modela o envoltório carnal, como uma veste dupla invisível, constituída de matéria quintessenciada".



Podemos então dizer que o perispírito ou "corpo fluídico dos espíritos" é um laço de união entre a vida corpórea e a vida espiritual. Sabendo que ele é uma condensação do fluido cósmico em torno de um foco de inteligência ou alma, pode-se dizer que é ele que intervém nos fenômenos especiais que ocorrem no homem, cuja causa fundamental não se encontra na matéria palpável e que, por essa razão, parecem sobre­naturais. Assim sendo, podemos entender que o corpo espiritual ou psicossoma é, assim, o veículo físico relativamente definido pela ciência humana como os centros vitais que essa mesma ciência, por enquanto, não pode ainda reconhecer.





ÄCentros Vitais:



São concentrações de energias distribuídas no corpo espiritual, inter­relacionadas entre si, que exercem o controle eletromagnético na fisiologia celular do corpo físico.



"Os centros vitais são pontos de conexão ou enlace pelos quais flui a energia de um a outro veículo ou corpo do homem" (Médico Inglês C.W Leadbeater, in Os Chakras; para ele, o acesso às experiências transpessoais são conquistas individuais e intransferíveis cap. 1).



"Estes centros de força funcionam como terminais através dos quais a energia (“prana” para os hindus) é transferida de planos superiores para o corpo físico" (Keith Sherwood, in A Arte da Cura Espiritual cap. 6, p. 55).

"Centros de força ou rodas são acumuladores e distribuidores de força espiritual, situados no corpo etéreo, pelos quais transitam os fluidos energéticos" (Edgard Armond, in Passes e Radiações, cap. 2, p.46).



Procurando explicar, dentro da visão espírita, foi que Jorge Andréa, no livro Forças Sexuais da Alma, disse que ''vários estudos têm mos­trado a existência, no perispírito, de discos energéticos (Chakras), como verdadeiros controladores das correntes de energias centrifugas (do espírito para a matéria) ou centrípetas (da matéria para o espírito) que aí se instalam como manifestações da própria vida. Esses discos energéticos comandariam, com as suas “superfunções”, as diversas zonas nervosas e, de modo particular, o sistema neuro vegetativo, convidando, através dos genes e código genético, ao trabalho ajustado e bem organizado da arquitetura neuroendócrina.



Essas rodas (Chakras em sânscrito) giram ao dar passagem à matéria fluídica, de dentro para fora ou de fora para dentro.









ÄEpífise: (ao final encontram-se algumas definições com relação à fisiologia humana).



“Também denominada Glândula Pineal ou Corpo Pineal, está situada na região denominada Epitálamo, tem a forma de uma pinha, e é pouco conhecida pela ciência, embora desde Galeno ((Cláudio Galeno – Pérgamo c. 131 – Roma ou Pérgamo c. 201) Trabalhou em Pérgamo, depois em Roma e, juntamente com as de Aristóteles, suas teorias reinaram sobre toda a medicina até meados do século XVII. Suas dissecações em animais conduziram a importantes descobertas em anatomia, particularmente sobre os sistemas nervoso e cardíaco. Sua obra representa o ponto máximo da medicina grega clássica. Entretanto, sua fisiologia e patologia – o galenismo (uma teoria sobre as causas das doenças, baseada em quatro humores a saber: o sangue, a urina, a bile e a atrabile) – não tem nenhum valor científico, retardando por muito tempo a evolução científica da medicina.) e na antigüidade grega já fosse descrita. Os neurologistas situam-na à frente de Cerebelo, acima dos Tubérculos Quadrigêmeos e por baixo do Corpo Caloso. As funções do Corpo Pineal são desconhecidas, porém, a verificação de casos de puberdade precoce (acrogenitosomia precoce) e de tumor da Epífise levou os cientistas a concluírem que a glândula tem papel importante no controle sexual no período infantil”. (Semiologia de lãs glândulas de secresion interna – Enrique Del Castillo).





Com essa pequena introdução podemos passar ao estudo do que André Luiz nos revela, traduzindo a palavra do Instrutor Alexandre, a respeito da Epífise em seu Livro “Missionários da Luz”, recebido mediunicamente por Francisco Cândido Xavier.



“Enquanto o nosso companheiro se aproveitava da organização mediúnica, vali-me das forças magnéticas que o instrutor me fornecera, para fixar a máxima atenção no médium. Quanto mais lhe notava as singularidades do cérebro, mais admirava a luz crescente que a epífise deixava perceber. A glândula minúscula transformara-se em núcleo radiante e, em derredor, seus raios formavam um lótus de pétalas sublimes...” “Sobre o núcleo, semelhante agora a flor resplandecente, caíam luzes suaves, de Mais Alto, reconhecendo eu que ali se encontrava em jogo vibrações delicadíssimas, imperceptíveis para mim...”



“Segundo os orientadores clássicos, circunscreviam-se suas atribuições ao controle sexual do período infantil. Não passava de velador (1. adj. Que vela; que está vigilante; que faz velar. – velar: 1. v. tr. dir. Vigiar; passar sem dormir, em vigília. (fig.) dispensar cuidados a; interessar-se muito por; proteger; patrocinar (Do lat. vigilare.))dos instintos, até que as rodas da experiência sexual pudessem deslizar com regularidade, pelos caminhos da vida humana. Depois, decrescia em força, relaxava-se quase desaparecia, para que as glândulas genitais a sucedessem no campo da energia plena...”



“Não se trata de órgão morto, segundo velhas suposições – prosseguiu Alexandre. É a glândula da vida mental. Ela acorda no organismo do homem, na puberdade, as forças criadoras e, em seguida, continua a funcionar, como o mais avançado laboratório de elementos psíquicos da criatura terrestre...”



“Ela preside aos fenômenos nervosos da emotividade, como órgão de elevada expressão no corpo etéreo. Desata, de certo modo, os laços divinos da Natureza, os quais ligam as existências umas às outras, na seqüência de lutas, pelo aprimoramento da alma, e deixa entrever a grandeza das faculdades criadoras de que a criatura se acha investida.”



“... As glândulas genitais segregam os hormônios do sexo, mas glândula Pineal, se me posso exprimir assim, segrega “hormônios psíquicos” ou “unidades-forças” que vão atuar, de maneira positiva, nas energias geradoras...”


“... Limitemo-nos ao assunto inicial e analisemos a epífise, como glândula da vida espiritual do homem...” “Segregando (segregar - v. tr. dir. Pôr de lado; separar; operar a secreção de; expelir: o fígado segrega a bílis; tr. dir. e ind. desligar; afastar; apartar; pr. afastar-se; isolar-se: segregar-se da sociedade. (Do lat. segregare.) delicadas energias psíquicas – prosseguiu ele – a glândula Pineal conserva ascendência em todo o sistema endocrínico. Ligado à mente, através de princípios eletromagnéticos do campo vital, que a ciência comum ainda não pode identificar, comanda as forças subconscientes sob a determinação direta da vontade... Na qualidade de controladora do mundo emotivo, sua posição na experiência sexual é básica e absoluta. De modo geral, todos nós, agora ou no pretérito, viciamos esse foco sagrado de forças criadoras, transformando-o num ímã relaxado, entre as sensações inferiores de natureza animal... Do lastimável menosprezo a esse potencial sagrado, decorrem os dolorosos fenômenos da hereditariedade fisiológica, que deveria constituir, invariavelmente, um quadro de aquisições abençoadas e puras... À vontade desequilibrada desregula o foco de nossas possibilidades criadoras... Centros vitais



desequilibrados obrigarão a alma à permanência nas situações de desequilíbrio...”



“...No exercício mediúnico de qualquer modalidade, a epífise desempenha o papel mais importante. Através de suas forças equilibradas, a mente humana intensifica o poder de emissão e recepção de raios peculiares à nossa esfera. É nela, na epífise, que reside o sentido novo dos homens; entretanto, na grande maioria deles a potência divina dorme embrionária”. (Missionário da Luz – André Luiz – Cap. I e II).





Classificação dos Centros Vitais:



O nosso corpo de matéria rarefeita é intimamente regido por sete centros de força, que são: centro coronário, centro cerebral, centro laríngeo, centro cardíaco, centro esplênico, centro gástrico e centro genésico. Cada centro vital está associado a uma freqüência vibracional diferente. As energias fluem para dentro do corpo através do centro coronário e como os centros estão intimamente ligados à medula espinhal e aos gânglios nervosos existentes ao longo do eixo central do corpo, a energia flui para baixo, passando do centro coronário para os outros centros de força inferiores, os quais distribuem as correntes sutis para partes do corpo e órgãos apropriados.

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Classificação dos Centros Vitais:



O nosso corpo de matéria rarefeita é intimamente regido por sete centros de força, que são: centro coronário, centro cerebral, centro laríngeo, centro cardíaco, centro esplênico, centro gástrico e centro genésico. Cada centro vital está associado a uma freqüência vibracional diferente. As energias fluem para dentro do corpo através do centro coronário e como os centros estão intimamente ligados à medula espinhal e aos gânglios nervosos existen­tes ao longo do eixo central do corpo, a energia flui para baixo, passando do centro coronário para os ou­tros centros de força inferiores, os quais distribuem as correntes sutis para partes do corpo e órgãos apropriados. ­





A relação entre os centros vitais no perispírito - segundo Leadbeater:



“Esses centros se conjugam nas ramificações dos plexos que, vibrando em sintonia uns com os outros, ao influxo do poder diretriz da mente, estabelecem, para nosso uso, um veículo de células elétricas que podemos definir como um campo eletromagnético no qual o pensa­mento vibra em circuito fechado. Pode-se imaginar uma luz branca penetrando num prisma e sendo decomposta nas sete cores do arco-íris. Todas as sete cores são inerentes à luz branca".



Relação Centros Vitais- Corpo Físico





ÄFunções dos Centros Vitais:



Centro Coronário:



Está instalado na região central do cérebro, sede da mente.



É responsável pelas energias oriundas do plano espiritual (liga os planos espiritual e material). Relacionando-se materialmente com a epífise, também chamada de Glândulal Pineal, ou Corpo Pineal



Situa-se no centro da cabeça e contêm 12 pás no centro e 960 pás na periferia. É chamado por isso de “Lótus de mil pétalas”. Sua cor e brilho variam de acordo com o desenvolvimento da criatura.



Supervisio­na e comanda os outros centros que lhe obedecem ao impulso proceden­te do espírito, vibrando, todavia, com eles em justo regime de interdependência. Podemos dizer que do cen­tro coronário emanam as energias de sustentação do sistema nervoso e suas subdivisões, sendo responsável pela alimentação das células do pensamento e o provedor de todos os recurso eletromagnéticos indispensáveis à estabilidade orgânica. E, por isso, o grande assimilador das energias da espiritualidade superior capazes de favorecer a sublimação da alma e assim orientar a forma, o movimento, a estabilidade, o metabolismo orgânico e a vida consciencial da alma encarnada e desencarnada. Esse centro é considerado um dos mais elevados centros de vibração do corpo sutil e está associado a uma profunda busca espiritual. Justamente por isso, ele é considerado pela filosofia hindu como a lótus de mil pétalas, sendo o mais significativo em razão do seu alto poten­cial de radiações, uma vez que nele assenta a ligação com a mente, fulgurante (adj. 2 gên. Que fulgura, cintila, brilha, resplandece. (Do lat. fulgurante.) sede da consciência. Temos no centro coronário o ponto de interação entre as forças determinantes do espírito e as forças fisiopsicos­somáticas organizadas. Dele parte, desse modo, a corrente de energia vitalizante, formada de estímulos espirituais com ação difusível (adj. 2 gên. Que se pode difundir. Difundir - v. tr. dir. e tr. dir. e ind. Espalhar; derramar; irradiar; propagar, divulgar; estender, comunicar. (Do lat. diffundere.) sobre a matéria mental que o envolve, transmitindo aos demais centros da alma os reflexos vivos de nossos sentimentos, idéias e ações, tanto quanto esses mesmos centros, interdependentes entre si, imprimem semelhantes reflexos nos órgãos e demais implementos de nossa constituição particular, plasmando em nós própri­os os efeitos agradáveis ou desagradáveis de nossa influência e conduta. A mente elaborou as criações que lhe fluem da vontade, apro­priando-se dos elementos que o circundam, e o centro coronário incumbe-se, automaticamente, de fi­xar a natureza da responsabilidade que lhe diga respeito, marcando no próprio ser as conseqüências felizes ou infelizes de sua modificação consciencial no campo do destino. No nível físico, ele está ligado à ati­vidade do córtex cerebral e ao fun­cionamento geral do sistema nervo­so. A correta ativação do centro coronário influencia a sincronização (s. f. Ato ou efeito de sincronizar. Sincronizar: v. tr. dir. Narrar ou descrever sincronicamente; combinar (ações ou exercícios) para o mesmo tempo; tornar simultâneo.) entre os hemisférios cerebrais direi­to e esquerdo, e para que ele esteja em perfeito funcionamento, é preciso que a mente, o corpo e o espírito estejam equilibrados. Caso ocorra uma desarmonia nesse centro de força, seu fluxo de energia será alte­rado, podendo se manifestar através de vários tipos de disfunções.



Exemplos: disfunções cerebrais, incluindo psicopatias (s. f. (med.) Denominação genérica das doenças mentais. (Do gr. psyche+pathos.).





A auréola dos santos, retratada por muitos artistas, representa a irradiação luminosa do centro coronário.





Centro Frontal:



Centro de força com 96 pás, localizado entre as sobrancelhas; relaciona-se materialmente com os lobos frontais do cérebro.



É responsável pelo funcionamento dos centros superiores da inteligência e do sistema nervoso.



Governa o intelecto (cérebro), com todos os seus neurônios. Assim, comandam os cinco sentidos (visão, audição, paladar, olfato e tato).



É responsável pela vidência, audiência clareza de raciocínio e percepção intelectual.



Gira para fora, e, por isso, segundo a vontade do indivíduo, poderá girar rapidamente, emitindo irradiação que pode ser dirigida às pessoas com diversos objetivos (calma, conforto, equilíbrio, coragem, etc.).



Está instalado na região frontal e tem influência decisiva sobre os demais, governando o córtice encefálico na sustentação dos sentidos, ordenando as percepções de variada espécie, percepções estas que, na vestimenta carnal, constituem a visão, a audição, o tato e a vasta rede de processos de inteligência que di­zem respeito à palavra, à cultura, à arte, ao saber, marcando também a atividade das glândulas endócrinas (*) e administrando o sistema nervoso, em toda a sua organização, coordena­ção, atividade e mecanismo, desde os neurônios sensitivos até as células efetoras (Efetor - Adj. 1. Diz-se dos órgãos que são a sede das reações dos indivíduos a estímulos recebidos – 2. célula efetora – célula que leva a cabo o mecanismo imunitário.) O centro cerebral está asso­ciado à glândula pineal, à hipófise, à medula espinhal e também aos ór­gãos dos sentidos e aos seios paranasais. Ocorrendo o bloqueio de energia nesse nível, encontraremos disfunção nesse centro vital e, conse­qüentemente, algumas doenças serão manifestadas fisicamente.



Exemplos de patologias: sinusi­tes, cataratas e grandes desequilíbri­os endócrinos.





Centro Laringeo:



Relaciona-se materialmente com o plexo cervical.



O centro laríngeo atua sobre as principais glândulas e estruturas da região do pescoço, tais como as glândulas tireóide e paratireóide, a boca, as cordas vocais, inclusive as atividades do timo, a traquéia e as vértebras cervicais. Controla a respiração e a fonação e, por isso, é im­portante para a comunicação. Existe ainda uma associação entre o cen­tro laríngeo e o sistema nervoso parassimpático (nervo vago).



O centro laríngeo energiza tanto a glândula tireóide como a paratireóide, cada uma das quais produz um efeito diferente sobre o metabolismo do cál­cio nas células dos tecidos ósseos. A glândula paratireóide regula o metabolismo do cálcio nas células do tecido ósseo por meio da secre­ção de PTH (hormônios da paratireóide), enquanto a glândula tireóide, além de produzir os hormônios tireoidianos que regulam a atividade metabólica geral das células do corpo, também produz tiracalcitonina, um hormônio que atua sobre o metabolismo do cálcio e dos ossos de maneira oposta a dos hormônios da paratireóide.



As anormalidades no fluxo de energia através desse centro podem manifestar-se na forma de doenças relacionadas com a atividade celular disfuncional naquelas estruturas que dependem energeticamente do centro laríngeo. Exemplos de doenças: laringite, tircoidite, tumores nas glândulas paratireóides, câncer da laringe. Pode também provocar pro­blemas de comunicação.

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