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"Sou uma Bruxa (palavra com muitos significados na linguagem comum) porque uso as energias da natureza e celebro seus ciclos. Meu convívio com estas forças é forte e harmonioso visto que busco nelas as energias para me nutrir e auxiliar a quem necessitar. Minha grande Catedral é o Cosmos e ali estão todas as crenças, religiões e doutrinas que preciso para a evolução da alma. Ali coloco meu coração e recebo as energias para ser feliz. Como Wicca, meu ritual é feito ao ar livre e tenho o Céu (Cosmos) como cobertura e ali referencio a grande Mãe que somada as energias masculinas do Deus Conífero, formam, a meu ver, o equilíbrio necessário entre as forças Yin e Yang"

Selo de Hécate

Selo de Hécate

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Deusa

Ela possui 3 aspectos: a donzela, a mãe e a anciã que simbolizam as Luas Crescentes, Cheia e Minguantes. Nós a vemos na Lua, no silêncio e flutuante oceano e no primeiro verdejar da primavera. Ela é a incorporação da fertilidade e do amor. Muitos símbolos são utilizados na wicca para honrá-la, como o caldeirão, a taça, o machado, flores de 5 pétalas, o espelho, colares, conchas do mar, pérola, prata, esmeralda... Alguns animais que a representa como o coelho, o urso, a coruja, o gato, o cão, o morcego, o ganso a vaca, o golfinho e a abelha. A Deusa já foi representada como uma caçadora correndo com seus cães de caça; uma deidade celestial caminhando pelos céus com pó de estrelas saindo de seus pés; a eterna mãe com o peso da criança; a tecelã de nossas vidas e mortes; uma anciã caminhando sob o luar buscando os fracos e esquecendo, assim como muitos outros seres. Mas independentemente de como a vemos, ela é onipresente, imutável, eterna. A Deusa enche-se de amor e dá à luz, uma chuva de espíritos brilhantes, uma chuva que desperta a consciência para o mundo assim como a umidade provocada o verdejar na terra. A chuva que alimenta a vida, assim como as águas rompantes anunciam o nascimento, o extático dando lugar à vida. A Deusa e o Deus estão ambos dentro de nós e manifesta-se em toda a natureza conforme os princípios da natureza, a força suprema foi personificada em dois seres básicos: a Deusa e o Deus. Os complexos panteões deidades surgidos em muitas partes do mundo são aspectos desses dois. No passado, quando a Deusa e o Deus eram tão reais como a Lua e o Sol, os ritos de culto e adoração eram desestruturados numa reunião espontânea e prazerosa com o divino. Posteriormente, os rituais passaram a >seguir o curso do Sol atrás do ano astronômico, assim como o crescer e o minguar da mensal da Lua. O Divino é gêmeo, consiste na Deusa e no Deus. Podemos contatá-los e comunicarmos com eles pois uma parte de nós está neles, assim como eles estão em nós. A religião baseada apenas na energia feminina, entretanto, é tão desequilibrada e desnatural quanto outra totalmente voltada ao masculino. Um equilíbrio perfeito entre ambas é o ideal. A Deusa e o Deus iguais, e complementares. Podemos representar os Deuses usando uma vela vermelha para o Deus e uma verde para a Deusa. Isto confere com a associações naturais da wicca, pois o verde e o vermelho são cores ligadas à vida e a morte. Reconhecemos os aspectos obscuros da Deusa e do Deus do mesmo modo como reconhecemos os claros. Tudo na natureza é composto de opostos, esta polaridade reside também na natureza e em nós mesmo. As forças masculinas e femininas representam a diferença , mas em essência, são a mesma força fluindo em direções opostas, mas não contrarias. A mulher é vista como a força que dá a vida, o poder de manifestação de energia fluindo para transformar-se em matéria. O homem é visto como a força da mente, em um sentindo positivo, não negativo: a força da limitação que é o equilíbrio necessário para a criação descontrolada, o poder da dissolução, do retorno à informidade. A polaridade dos princípios femininos e masculinos não devem ser compreendida como padrão genérico para indivíduo feminino e os seres humanos. Cada um de nós possui ambos os princípios, somos o feminino e o masculino. Ser completo significa estar em contato com as duas forças: criação e desintegração. Crescimento e limitação.

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