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"Sou uma Bruxa (palavra com muitos significados na linguagem comum) porque uso as energias da natureza e celebro seus ciclos. Meu convívio com estas forças é forte e harmonioso visto que busco nelas as energias para me nutrir e auxiliar a quem necessitar. Minha grande Catedral é o Cosmos e ali estão todas as crenças, religiões e doutrinas que preciso para a evolução da alma. Ali coloco meu coração e recebo as energias para ser feliz. Como Wicca, meu ritual é feito ao ar livre e tenho o Céu (Cosmos) como cobertura e ali referencio a grande Mãe que somada as energias masculinas do Deus Conífero, formam, a meu ver, o equilíbrio necessário entre as forças Yin e Yang"

Selo de Hécate

Selo de Hécate

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Deidades Pagãs


Os nomes dos Deuses variam de panteão para panteão,de acordo com a cultura de um povo ou nação.

Para os egípcios por exemplo: Isís seria a personificação da grande Mãe, da Deusa, enquanto que para os celtas, ela seria Ceridwen.
A bruxa é muito particular na sua crença.

Depende muito da afinidade, ela pode cultuar a tradição egípcia: Isís, Bastet, Hathor, Thot, Osíris; ou se identificar com a tradição greco-romana, isto é muito particular de cada bruxa.
A palavra pagão vem do latim "paganus", que quer dizer:
"aquele que vive no campo", ou "aquele que vive do campo".

Chamamos de povos pagãos, aqueles que na antiguidade tinham nos campos e plantações, seus sustentos.

A terra era sagrada! Toda cultura e religião giravam em torno da natureza: a época das colheitas, as estações, os solstícios,etc.

Muitos dos povos pagãos eram politeístas, atribuindo aos Deuses faces da natureza com que conviviam.

Assim havia o Deus sol, a Deusa lua, o Deus da caça, a Deusa da fertilidade...

Foram pagãos os povos: gregos, romanos, e celtas.
Os celtas como exemplo: antes de ser influenciados pelo cristianismo, sua cultura era matriarcal.

As cerimônias eram conduzidas por sacerdotisas, a medicina é praticada pelas curandeiras, as decisões tomadas pelas sonhadoras, e o Deus, não passa do consorte da Deusa, a grande Mãe.

Como religião, o paganismo busca o equilíbrio entre o masculino e feminino, tanto no exterior, como dentro de cada indivíduo.

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