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"Sou uma Bruxa (palavra com muitos significados na linguagem comum) porque uso as energias da natureza e celebro seus ciclos. Meu convívio com estas forças é forte e harmonioso visto que busco nelas as energias para me nutrir e auxiliar a quem necessitar. Minha grande Catedral é o Cosmos e ali estão todas as crenças, religiões e doutrinas que preciso para a evolução da alma. Ali coloco meu coração e recebo as energias para ser feliz. Como Wicca, meu ritual é feito ao ar livre e tenho o Céu (Cosmos) como cobertura e ali referencio a grande Mãe que somada as energias masculinas do Deus Conífero, formam, a meu ver, o equilíbrio necessário entre as forças Yin e Yang"

Selo de Hécate

Selo de Hécate

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Helena Blavatsky


Elena Petrovna Blavatskaya (em russo: Елена Петровна Блаватская, Yekaterinoslav, Império Russo, atualmente na Ucrânia, 30 de julho - 31 de julho de 1831 (c. juliano) (12 de agosto de 1831 (c. gregoriano)) — Londres, 8 de maio de 1891), mais conhecida como Helena Blavatsky ou Madame Blavatsky, foi uma prolífica escritora, filósofa e teóloga da Rússia, responsável pela sistematização da moderna Teosofia e co-fundadora da Sociedade Teosófica.

Personalidade complexa, dinâmica e independente, desde pequena mostrou possuir um caráter forte e dons psíquicos incomuns, e logo em torno dela se formou um folclore doméstico. Imediatamente após um casamento frustrado, deixou o esposo e partiu em um longo período de viagens por todo o mundo em busca de conhecimento filosófico, espiritual e esotérico, e nesse intervalo alegou ter passado por inúmeras experiências fantásticas, entrado em contato com vários mestres de sabedoria ou mahatmas e deles recebido na condição de discípula um treinamento especial para desenvolver seus poderes paranormais de forma controlada, a fim de que pudesse servir-lhes de instrumento para a instrução do mundo ocidental. A partir de 1873 iniciou sua carreira pública nos Estados Unidos, e em pouco tempo se tornou uma figura tão celebrada quanto polêmica. Exibiu seus poderes psíquicos para grande número de pessoas, deslumbrando a muitos e despertando o ceticismo em outros, que não raro a acusaram de embuste, muitas vezes com boas evidências para tal. Entretanto, em muitos outros casos seus poderes pareceram autênticos. A controvérsia a acompanhou por todo o resto de sua vida e ainda hoje está acesa. Nos Estados Unidos estabeleceu uma duradoura aliança de trabalho e companheirismo com Henry Olcott, com quem fundou a Sociedade Teosófica, e em 1877 Blavatsky publicou sua primeira obra importante, Ísis sem Véu, já tendo escrito antes inúmeros artigos. Pouco depois ela e Olcott transferiram a sede da Sociedade para a Índia, e passaram a viver lá, até que um incidente, o Caso Coulomb, abalou gravemente sua reputação internacional, quando foi declarada culpada de fraude num relatório publicado pela Sociedade de Pesquisas Psíquicas de Londres. Voltou então para a Europa, onde continuou escrevendo e divulgando a Teosofia. Seus anos finais foram difíceis, estava frequentemente adoentada e envolvida em discussões públicas, tinha de administrar a Sociedade que fundara e que crescia rapidamente, e a quantidade de trabalho que se impunha era enorme. Mesmo assim pôde concluir seu livro mais importante, A Doutrina Secreta, uma síntese de História, Ciência, Religião e Filosofia, e deixar outras obras de relevo, além de profusa correspondência e grande coleção de artigos e ensaios.

Blavatsky surgiu em um momento histórico em que a religião estava sendo rapidamente desacreditada pelo avanço da Ciência e da Tecnologia, e que testemunhou o nascimento de uma série de escolas de ocultismo ou de pensamento alternativo, muitas delas com base conceitual pouco firme ou desenvolvendo práticas apenas intuitivas, que ganhavam grande número de adeptos em virtude do fracasso do Cristianismo em fornecer explicações satisfatórias para várias questões fundamentais da vida e sobre os processos do mundo natural. A importância da contribuição de Blavatsky foi então reafirmar o divino, mas oferecendo caminhos de diálogo com a Ciência e tentando purgar a Religião institucionalizada de seus erros seculares, combatendo o dogmatismo e a superstição de todos os credos e incentivando a pesquisa científica, o pensamento independente e a crítica da fé cega através da razão. Lutou contra todas as formas de intolerância e preconceito, atacou o materialismo e o ceticismo arrogante da ciência, e pregou a fraternidade universal. Sem pretender fundar uma nova religião, sem reivindicar infalibilidade nem se intitulando proprietária ou autora das idéias que trouxe à luz, apresentou ao mundo ocidental uma síntese de conceitos, técnicas e interpretações de uma grande variedade de fontes filosóficas, científicas e religiosas do mundo, antigas e modernas, organizando-as em um corpo de conhecimento estruturado, lógico e coerente que compunha uma visão grandiosa e positiva do universo e do homem. Com isso a Teosofia se tornou, ainda que contestada por vários críticos, um dos mais bem sucedidos sistemas de pensamento eclético da história recente do mundo, unindo formas antigas e novas e provendo pontes entre vários mundos diferentes - sabedoria antiga e pragmatismo moderno, oriente e ocidente, sociedade tradicional e reformas sociais. Influenciou milhares de pessoas em todo o mundo desde que apareceu, desde a população comum a estadistas, líderes religiosos, literatos e artistas, e deu origem a um sem-número de seitas e escolas de pensamento derivativas.

RECEPÇÃO CRÍTICA E INFLUÊNCIA

Seus escritos foram recebidos de forma ambivalente pela sociedade da época e permanecem tão polêmicos quanto o foram em seu aparecimento, e já deram origem a reações extremadas que vão da sua completa ridicularização à exaltação entusiasta. Por conta da repercussão internacional negativa do Relatório Hodgson em 1884, sua reputação ficou manchada ao ponto de ela, a despeito de sua inegável influência sobre um imenso número de pessoas, permanecer até agora relativamente pouco estudada pelo mundo acadêmico, e é citada mais por autores diretamente ligados aos círculos esotéricos, que para a crítica moderna e seus rigorosos métodos de pesquisa têm valor duvidoso, pois em geral estão de alguma forma comprometidos. Sua situação é piorada pelo fato de suas próprias declarações serem muitas vezes imprecisas e contraditórias e em alguns casos aparentemente foi comprovado além de qualquer dúvida que ela usou meios fraudulentos para produzir fenômenos psíquicos. Entretanto, seu volumoso trabalho literário ainda espera uma análise mais ampla, científica e imparcial, que vá além do apaixonado partidarismo pró ou contra que muitas vezes confunde seus escritos teóricos com sua personalidade pública teatral e controversa. Concorre ainda o fato de que no ocidente existem poucos orientalistas com um domínio suficiente das línguas arcaicas como o sânscrito e o tibetano antigo, que possam identificar as muitas referências que ela apresentou na literatura canônica do oriente e traduzí-las com segurança para o contexto ocidental, e os que existem geralmente não estão interessados em Blavatsky, de modo que grande parte do trabalho acadêmico de hoje ainda é feito a partir de fontes secundárias ou terciárias e traduções mal-feitas dos textos antigos. Um problema semelhante acontece com boa parte de seus críticos, que têm sido denunciados como ignorantes das tradições orientais e da própria Teosofia, fazendo leituras superficiais de sua produção quando não dando referências claramente errôneas, como foi apontado por W. Thackara a respeito do livro publicado por Peter Washington, O Babuíno de Madame Blavatsky, que recentemente ganhou ampla divulgação na mídia. A seguir se apresentam algumas das conclusões a que o debate chegou até o presente.

Escrevendo naquela época, Charles Flint disse que qualquer opinião que se pudesse ter sobre Blavatsky como pessoa pública e sobre o culto que se formou em seu redor, não se podia negar que seus ensinamentos continham muita coisa de elevada inspiração, e que ela foi capaz de influenciar milhares de pessoas em todo o mundo. Um articulista do Boston Evening Transcript disse sobre o Ísis que

"Deve ser reconhecido que ela é uma mulher notável, que leu mais, viu mais e pensou mais do que a maioria dos homens sábios. Suas obras abundam em citações em uma dúzia de línguas diferentes, não com o propósito de ostentar uma vã erudição, mas para substanciar suas opiniões particulares… Para um grande número de leitores, esta obra memorável será do mais profundo interesse, demanda a mais cerrada atenção dos pensadores, e merece uma leitura analítica".

O New York Tribune afirmou que era uma prova de sua educação singular, e amplamente confirmava sua reivindicação de que era uma adepta da ciência secreta, e mesmo justificava sua posição como uma verdadeira hierofante na exposição da tradição mística. Diversos outros jornalistas e escritores fizeram referências positivas semelhantes também para outras de suas obras, como Talbot Mundy em 1926, então uma espécie de decano dos escritores de literatura orientalizante, que disse:

"É absolutamente garantido dizer que todos os críticos de Madame Blavatsky, não esquecendo nenhum deles, por mais inteligentes que sejam, mesmo se trabalhassem todas as suas vidas e aplicassem todos os seus esforços e inteligência, não seriam capazes de produzir uma obra-prima como A Doutrina Secreta".

Helena Blavatsky em 1887.

Alguns autores deixavam em aberto o julgamento de suas alegações de que era conduzida por mestres misteriosos e invisíveis, e a partir do fato de que isso não podia ser nem comprovado e nem refutado categoricamente, era pelo menos uma possibilidade, e se devia assim pelo menos prestar atenção ao conteúdo de sua doutrina com uma posição imparcial. Mas outros apontaram várias inconsistências, contestaram seus pressupostos e suas conclusões, e duvidaram de sua inspiração sobrenatural, acusando-a de plágio e intenções escusas. A opinião de Elliott Coues, da Smithsonian Institution, dada em uma entrevista ao então influente jornal The Sun de Nova Iorque em 1890, não é incomum mesmo hoje:

"Todas as épocas possuem seus falsos profetas, que se tornam famosos, ou infames, se assim você preferir. Sendo esta uma era das mulheres, é apenas natural que seu maior charlatão seja uma espécie de Cagliostro de saias. Os ingredientes para o sucesso de um charlatão são a falta de escrúpulos, alguma inteligência, grande habilidade, o vapor corrosivo do egoísmo, a ambição vanglória, a imaginação vívida, uma ótima conversa, desenvoltura em todas as situações, um caráter mentiroso monumental, e uma pia e viva crença no amor da humanidade por ser enganada. Blavatsky tinha tudo isso."

Lee Penn diz que por trás da fachada fraternal da Teosofia se esconde um sistema totalitário que se opõe à liberdade e dignidade do homem como imagem de Deus, e a compara ao Nazismo e ao Fascismo. Robert Roselli e Hannah Newman em linhas gerais concordam com essa idéia apontando passagens que interpretam como evidência de elitismo e preconceito racial e religioso. Segundo Peter Washington, Blavatsky não procurou agradar os acadêmicos, mas objetivou atingir antes um público de apaixonados, ingênuos, desesperados e crédulos, que desejavam uma confirmação para seu idealismo vago e respostas para seus conflitos e dúvidas, mas que de bom grado descartavam o rigor científico de pesquisa ou sequer sabiam o que isso significava. Entre os espíritas seus contemporâneos a mudança de posição de Blavatsky e sua posterior condenação da prática desencadeou vários e intensos protestos, acusando-a de estar favorecendo uma abordagem antidemocrática e elitista do estudo do mundo oculto. Da mesma forma ela foi e é intensamente combatida pelos seguidores do Cristianismo tradicional e pelos agnósticos. Diversos hinduístas e budistas também aumentaram a carga de críticas, alegando que as interpretações de Blavatsky dessas escolas eram muitas vezes falsas, superficiais ou equivocadas, embora alguns poucos, mas destacados dentre eles, tenham se posicionado favoravelmente, como Thubten Choekyi Nyima, o IX Panchen Lama, elogiando A Voz do Silêncio, e Daisetz Suzuki, dizendo que ela havia penetrado no cerne da doutrina. Outro lama eminente, o Trizin da Escola Sakya, disse que não conhecia muitas obras de Blavatsky, mas que o que havia lido lhe bastava para atestar que ela teve ou uma experiência direta do Budismo Tibetano ou pelo menos teria se inspirado em textos canônicos autênticos. O celebrado orientalista Max Müller, fundador oficial da disciplina da Religião Comparada, acreditava que sua própria falta de treino acadêmico, que foi tanto condenada, foi o que lhe permitiu abordar as tradições orientais com olhos despreconceituosos e ver mais longe do que muitos eruditos sofisticados. Em 1989, no centenário da primeira edição da Voz do Silêncio, Tenzin Gyatso, o XIV Dalai Lama, expressou seu orgulho por sua longa amizade com os teosofistas e disse que este livro vinha sendo uma positiva inspiração para todos os que seguiam a senda do Bodhisattva.

Entre críticas e louvores, desconsiderando as dúvidas ainda existentes sobre a origem de sua inspiração e conhecimento, o que permanece uma questão objetivamente irresolvível, e deixando para os psicólogos e magistrados a explicação e julgamento de sua personalidade extravagante e paradoxal e seus eventuais deslizes éticos, o fato é que Blavatsky e sua Teosofia tiveram um papel central na promoção das tradições esotéricas orientais no ocidente e desencadearam a formação de inúmeras escolas subsidiárias de esoterismo, filosofia e seitas alternativas que até hoje continuam a se multiplicar pelo mundo, como a Nova Era, Wicca, Holismo e Neopaganismo, e até de derivações do Cristianismo, como a Igreja Católica Liberal. O grande número de personalidades brilhantes que se declararam publicamente seus admiradores deve pelo menos dar um sinal de que sua mensagem deve ser lida com uma postura de seriedade. Entre eles, citemos apenas alguns: o estadista Jawaharlal Nehru, pintores como Piet Mondrian, Nikolai Roerich e Wassily Kandinsky, músicos como Alexander Scriabin, atores como Constantin Stanislavski e cientistas como Albert Einstein, Robert Oppenheimer, Wilhelm Reich e Thomas Edison, além dos literatos Fernando Pessoa, Leon Tolstoy, James Joyce, William Butler Yeats, T. S. Eliot, George Bernard Shaw e Aldous Huxley, e líderes espirituais como Mohandas Gandhi, Rudolf Steiner, Alice Bailey, George Gurdjieff e Jiddu Krishnamurti.
Apontando aspectos particulares, são interessantes as opiniões de alguns outros autores: Ellwood & Partin vêem a contribuição de Blavatsky e outros teosofistas como de grande importância na restauração da dignidade da herança espiritual dos povos colonizados da Ásia durante o século XIX, Catherine Albanese disse que o vocabulário técnico e a interpretação peculiar das doutrinas asiáticas que Blavatsky apresentou deram as bases para o desenvolvimento de todo o sistema de pensamento metafísico na América do Norte, um fundamento que continua válido até os dias de hoje e influencia também os pensadores asiáticos e europeus modernos; Ellwood & Wessinger dizem que ela fortaleceu significativamente o movimento feminista, legitimando a atuação pública e a liderança das mulheres na sociedade e não fazendo distinções valorativas de gênero; Olav Hammer acredita que mesmo que as escolas herdeiras da Teosofia de Blavatsky tenham se revelado muitas vezes inconsistentes e sem um sistema realmente integrado ou lógico de pensamento, e que a própria Teosofia original também tenha falhas nesse aspecto, seu legado é importante para a pós-modernidade em vista da apropriação da alteridade exótica para formar um corpo de conceitos identitários coletivos, e se revelou útil para a Psicologia na dissolução das barreiras do ego privado em benefício de uma visão de integração social e respeito à pluralidade, evitando ao mesmo tempo as armadilhas do relativismo niilista ao afirmar a fraternidade da humanidade, a unidade essencial de todo o universo e sua evolução positiva. Luís Pellegrini afirma que ela foi uma pioneira no estudo científico moderno das inter-relações entre matéria e energia, postulando vários conceitos em que apresentava a possibilidade da divisão do átomo, descrevendo o processo de liberação de energia concomitante, e alertando ao mesmo tempo para os perigos que a manipulação da estrutura da matéria acarretava, isso décadas antes das primeiras bombas atômicas explodirem em Hiroshima e Nagasaki. Também antecipou idéias sobre a Física Relativística e a Astrofísica ao tratar da teoria dos campos de força, tanto cósmicos como infra-atômicos, ao sugerir uma hipótese semelhante à do Big-bang para a criação do universo e descrevendo corretamente o processo de formação de estrelas a partir de nebulosas. Nandy & Visvanathan lembram que ela anteviu as possibilidades da Psicologia e da Psicossomática dizendo que os médicos de seu tempo perdiam tempo em buscar a origem das doenças exclusivamente no corpo físico, e que o segredo da Medicina estava na compreensão do funcionamento da mente e das suas relações com o corpo. Anna Lemkow a aponta como a primeira ocidental a dizer que a matéria não é coisa morta e inerte, como a pioneira do estudo da Biologia dentro de uma perspectiva cosmológica e a precursora da teoria moderna do Design Inteligente e do Movimento Holístico, e finalmente Carl Jung disse que ela foi o profeta da reorientação espiritual do ocidente.

Em 2006, no 175º aniversário de seu nascimento, o governo da Rússia organizou uma série de eventos comemorativos que incluíram exposições de arte e concertos. Também foram realizadas conferências em Moscou e em São Petersburgo, entre outras cidades, com mais de duzentos representantes da intelectualidade russa, cujas conclusões ressaltaram o valor da sua contribuição para o progresso da cultura, das artes e das ciências mundiais, e tentaram corrigir distorções correntes sobre sua vida e obra. Nas propriedades da família Fadeyev em Dnipropetrovsk (a antiga Yekaterinoslav), foi criada em 2006 a Fundação Helena Petrovna Blavatsky, como um museu e centro internacional de pesquisas em Ciência, Filosofia, Religião e Cultura, com os objetivos de gerar conhecimento para uma melhor compreensão das leis da natureza, do homem e do universo, para uma aproximação entre as culturas mundiais, para aplicar criativamente o legado cultural de Blavatsky no mundo de hoje e para preservar a memória dela e de sua ilustre família.
“ Fiz apenas um ramalhete de flores do Oriente, e não acrescentei nada meu senão o laço que as amarra.
Algum dos meus amigos poderá dizer que não paguei todo o preço por esse laço?

Helena Blavatsky, Ísis sem Véu.

LISTA DE OBRAS
Esta é uma lista de obras de Blavatsky organizada por Daniel Caldwell.

H.P. Blavatsky's Collected Writtings. 1874-1891. Escritos Coligidos, 15 volumes.
Articles by H.P. Blavatsky. 1874-1891. 236 artigos principais.
Letters of H.P. Blavatsky. 1875-1891. Correspondência.
A Modern Panarion. 1874-1884. Compilação de artigos editados por George Mead.
Some Unpublished Letters of Helena Petrovna Blavatsky. 1875-1878. Algumas cartas inéditas compiladas, editadas e comentadas por Eugene Rollin Corson.
Letters of H.P. Blavatsky to Her Family in Russia. 1875-1890. Mais de 60 cartas para familiares.
Isis Unveiled, 2 volumes, 1877. Ísis sem Véu.
Ten Fundamental Propositions from Isis Unveiled. Dez Proposições Fundamentais de Ísis sem Véu.
Studies in Isis Unveiled. Estudos sobre Ísis sem Véu.
The Theosophist, Volume 1 (Oct 1879 - Sep 1880). Artigos para a revista The Theosophist, editados por H.P. Blavatsky.
Five Years of Theosophy. 1879-1884. Artigos escritos nos primeiros cinco anos de The Theosophist.
The Letters of H.P. Blavatsky to A.P. Sinnett and Other Miscellaneous Letters. 1880-87. Cartas de H. P. Blavatsky para A. P. Sinnett. Transcritas, compiladas e acrescidas de um ensaio introdutório por A. T. Barker.
Some Letters of H.P. Blavatsky to W.Q. Judge. 1885-1890. Cerca de 20 cartas de Blavatsky para William Judge.
The Original Programme of The Theosophical Society. 1886. Programa original da Sociedade Teosófica.
H. P. Blavatsky to the American Conventions. 1888-1891. Cartas para convenções americanas.
The Secret Doctrine, 2 volumes, 1888. A Doutrina Secreta.
Stanzas of Dzyan. Extratos comentados de sete das Estâncias de Dzyan.
Stanzas of Dzyan. Extratos comentados das restantes estâncias.
3 Fundamental Propositions from the Proem of the S.D. 3 Proposições Fundamentais, proêmio para a Doutrina Secreta
Summing Up. Resumo da Doutrina Secreta.
An Invitation to The Secret Doctrine. Apresentação da Doutrina Secreta.
Secret Doctrine Commentary 1890-91. (Transactions of the Blavatsky Lodge). Comentários da Doutrina Secreta realizados na Loja Blavatsky.
The Secret Doctrine: Volume 3. O controverso III volume da Doutrina Secreta.
Dreams. 1888. Respostas sobre os sonhos.
Esoteric Instructions. 1888-1891. Coletânea de instruções práticas.
The Key to Theosophy. 1889. A Chave para a Teosofia. Perguntas e respostas sobre a doutrina e dúvidas comuns.
The Voice of the Silence. 1889. A Voz do Silêncio, um tratado místico e um manual para aspirantes.
Gems from the East: A Birthday Book of Precepts and Axioms. 1890. Compilação de axiomas orientais.
H.P.B.'s Glossary of Theosophical Terms. 1890. Primeira versão do Glossário Teosófico.
Inner Group Teachings of H.P. Blavatsky. 1890-1891. Coletânea de instruções para o grupo interno da ST.
Theosophical Glossary. 1892. Glossário Teosófico.
Nightmare Tales. 1892. As Lendas do Pesadelo. Livro de novelas esotéricas.
From the Caves and Jungles of Hindostan. 1892. Das Cavernas e Selvas do Industão, novela esotérica.
Theosophical Articles and Notes by H.P. Blavatsky et al. Coleção de notas editoriais e apêndices.
Other Writings from H.P. Blavatsky's Pen. Miscelânea.

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