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"Sou uma Bruxa (palavra com muitos significados na linguagem comum) porque uso as energias da natureza e celebro seus ciclos. Meu convívio com estas forças é forte e harmonioso visto que busco nelas as energias para me nutrir e auxiliar a quem necessitar. Minha grande Catedral é o Cosmos e ali estão todas as crenças, religiões e doutrinas que preciso para a evolução da alma. Ali coloco meu coração e recebo as energias para ser feliz. Como Wicca, meu ritual é feito ao ar livre e tenho o Céu (Cosmos) como cobertura e ali referencio a grande Mãe que somada as energias masculinas do Deus Conífero, formam, a meu ver, o equilíbrio necessário entre as forças Yin e Yang"

Selo de Hécate

Selo de Hécate

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011


WICCA:
Você sabe o que é wicca? NÃO? como não!!!!! tudo bem, eu explico de novo, você como muitas pessoas ainda não sabem ou não tem certeza do que é wicca direito... bom, ela é uma vertente da religião da Deusa, é na verdade uma "homeopatia" das práticas mágicas. A magia teúrgica e outras formas de magia tradicional limitam seus conhecimentos e pessoas "especiais". São magias que requerem ensinamentos não facilmente disponíveis, extremamente complicados e que se utilizam de materiais igualmente raros e complicados. Assim, os seguidores dessa magia tradicional terão que ser muito inteligentes, conhecer as pessoas certas, ter muito tempo disponível e um bocado de dinheiro.

A wicca, por sua vez, mostra-se incrivelmente acessível. Ela se baseia na antiga cultura celta que tinha como principal característica o culto à Deusa e a um panteão de divindades. A ligação com a natureza era muito forte nesse povo e eles utilizavam em seus rituais e encantamentos elementos naturais e simples, facilmente encontrados na natureza.

Surgida na década de 70, a origem da wicca é nebulosa e criou dentro de sua filosofia uma infinidade de correntes, algumas coerentes e outras completamente malucas. Nenhuma surpresa nisso. As pessoas interpretarão à sua maneira os ensinamentos da wicca ou de qualquer outra religião e farão o que julgarão certo

Em geral, eu não entro no mérito de como surgiu a wicca, pois é como discutir sobre quem nasceu primeiro o ovo, ou a galinha. Não leva a lugar nenhum e foge do nosso principal objetivo aqui, que é aprender sobre magia natural e tornar a vida melhor atravéz de sua aplicação.



E PRA QUE SERVE A WICCA?
Bem, depende do que você está procurando, né? A magia é energia. Como sempre digo, ela não é boa nem má. Ela apenas é. Muitas pessoas procuram a wicca para fins pessoais (conquistar alguém especial, um emprego ou coisa assim). Outras procuram porque não se sentem completas com a religião que seguem e buscam algo que se identifiquem melhor com elas. A wicca tende a ser mais uma filosofia do que uma religião, pois não pode ser praticada algumas horas por semana. Quem se torna um mago ou uma bruxa wiccana vive mágica a cada dia, com muita consciência e responsabilidade. Em troca, a wicca nos devolve a ligação com a natureza, com o planeta e com o eterno, ajudando-nos tanto a conquistar bens materiais como a alcançar a sabedoria e iluminação. Claro que quanto mais tempo o mago se dedicar, mais poderoso ele vai ficar. Por isso a questão da responsabilidade é tão importante.
O QUE É PRECISO PARA SEGUIR A WICCA?

RESPONSABILIDADE :a wicca é uma religião de magia, logo é preciso responsabilidade.

ESTUDO: Nada cai do céu ( só chuva e impostos) você terá que se esforçar muito para ser um bruxo de verdade.

RESPEITO: Você deverá respeitar as forças com quem vai trabalhar: a natureza, os animais, as entidades, todos merecem seu respeito.

SILÊNCIO: Procure manter diante das pessoas que não estejam na mesma sintonia que você, silêncio sobre sua vida mágica.
PERSISTÊNCIA: Como tudo na vida, o tempo será seu aliado se você usa-lo bem.
LIBERDADE: Não a física, mas a mental. Ter uma mente livre de preconceitos, medos e travas vai fazê-lo percorrer esse caminho muito mais rapidamente.
SABEDORIA :Saber quando é seu ego, orgulho ou desejo pessoal falando fará toda a diferença entre ser um mago do bem ou do mal. Ouça a voz superior.
DISCIPLINA: Estudo e treinamento requerem tempo. E às vezes é muito chato. Mas não se chegará a lugar algum sem eles.
AMOR: Ele deveria estar no topo da lista, mas nem todos têm a capacidade de desenvolvê-lo facilmente. Estou falando do amor de verdade, aquele que Jesus pregou, aquele do qual Krishna e Buda falaram. O amor que perdoa, que revela, que enfrenta e que existe acima de todas as coisas. Esse tipo de amor aproxima o bruxo de forças tão elevadas que ele se torna capaz das mais fantásticas magias!

É importante esclarecer que não cultamos o demônio, não devoramos criancinhas e que não somos macumbeiros, como já disse a wicca é uma religião que prega o respeio a tudo, a wicca é uma religião do BEM!

DIVINDADES:

Por ser uma religião politeísta, cremos em vários deuses, mas geralmente nos centramos na DEUSA, também chamada de Grande Mãe, e no seu consorte, o
DEUS também chamado de Cernuno.
GRANDE MÃE: chamada de Grande Dama ou a Deusa Branca da Lua, ela é a força geradora que mantém a criação do Universo. Muitas outras entidades femininas são representações do seu aspecto triplo: donzela, mãe e anciã. É representada pela Lua, que influencia as marés e as colheitas em suas diversas fases.
O culto à Deusa é uma das principais características da wicca e por isso algumas pessoas acreditam que apenas mulheres podem participar de rituais. Não acredito nisso e acho que é só um dos diversos mal-entendidos que cercam a Religião da Deusa. O fato é que somos como o símbolo do Ying/Yang: cada um traz em si uma polaridade de feminina e outra masculina. Uma sem a outra é desequilíbrio. Homens e mulheres são iguais perante a Deusa e seus rituais apenas trabalham o equlíbrio.
CERNUNNOS: É a contraparte da Deusa, seu consorte. É o Deus da Natureza, do mundo subterrâneo, do plano astral e era representado com chifres de veado, sentado na posição de lótus, nu. Por vezes segurava uma espada ou um escudo. Seus símbolos eram o veado, o carneiro, a serpente cornuda, o touro e o louro. Exerce influência sobre animais, a virilidade, a fertilidade, o amor físico, a natureza, bosques, encruzilhadas, riqueza, guerreiros, comércio e reencarnação.
Descrições de tradições e caminhos da wicca (Wicca – crenças e práticas. Gary Centrell)
Descrições de tradições e caminhos da wicca (Wicca – crenças e práticas. Gary Centrell)
O material aqui apresentado não tem , obviamente , o objetivo de dar ao leitor uma descrição completa de cada tradição listada, e sua disposição nesta tabela é puramente alfabética. Não existe indicação de superioridade ou inferioridade de uma Tradição ou Caminho, seja expressa ou segerida, na ordem em que aparecem ou até no fato de não aparecerem.
1- Alexandrina:
Esta é uma das tradições geralmente listadas sob o título de “Brit Trad”, ou seja, forma Tradicional Britânica da Wicca. Esta tradição originou-se na Inglaterra com Alex Sanders ni início da década de 1960, e seus rituais eram essencialmente uma modificação da Wicca Gardneriana. Um sistema estruturado em graus, do primeiro ao terceiro, é usado para avanço dentro do coven. A Wicca Alexandrina é uma tradição iniciatória, e portanto, não está aberta a solitários.
2-BTW (Feiticeiro Tradicional Britânico):
Esta tradição é essencialmente derivada dos princípios gardnerianos e tem forte componente céltico. É altamente estruturada e tem requisitos específicos de educação e treinamento, que precisam ser atendidos para avanço no coven, no processo de graus. Esta é uma tradição iniciatória, onde a iniciação é feita apenas por um Élder adequado e os iniciados podem traçar sua linhagem até o coven original de Gerald Gardner; assim, a BTW não é uma tradição aberta para solitários. Alguns covens da BTW ainda tem a defender o uso da palavra feiticeiro/bruxo apenas pelos militantes. Eles acreditam que esta palavra é adequadamente aplicada apenas aos membros iniciados dessa tradição
3-Céltica:
Esta tradição é uma mistura do Kitchen Witch Path (Caminho do Feiticeiro Kithen) com o próprio panteão primitivo céltico de escoceses, irlandeses e galeses, e contém até alguns toques druídicos. Influência anglo-romanas também podem estar presentes em alguns caminhos da wicca céltica. A ênfase está na veneração da natureza e nos elementos identificados como os antigos ou velhos, e salienta as propriedades mágicas da árvores e plantas. A wicca céltica não tem, entretanto, uma ligação forte com bosques, fontes ou árvores específicos e sagrados, como a tradição Druida, e é facilmente adaptável para os solitários. A estrutura e o conteúdo ritualísticos básicos da Wicca Céltica podem geralmente ser encontrados, até certo ponto, na maioria das tradições. Esta é talvez uma das mais antigas tradições wiccanas, por causa de sua ampla influência no formato geral da wicca.
4-Diânica:
Desenvolvida por Margaret Murray em 1921, esta tradição é tipicamente identificada como uma tradição feminista. O foco de muitos covens diânicos pode estar totalmente sobre a Deusa, com a exclusão do componente do Deus masculino, indo toda ênfase para a mulher. Esta, em geral, é uma tradição iniciatória, mas muitos praticam seus iniciamentos como solitários. Quase todas as tradições pagãs podem sustentar o caminho Diânico.
5-Eclética:
Esta tradição é essencialmente uma mistura de vários caminhos, onde o adorador escolhe o que considera as melhores partes de vários caminhos e combina-os com um novo todo, sem seguir qualquer tradição ou prática mágica específica ou única. É facilmente adaptável para o praticante solitário, mas o ponto negativo de ser totalmente eclético é o óbvio resultado final do desenvolvimento de um novo conceito de adoração, tão novo ou diferente que talvez já não possa ser considerada wicca.
6-Feiticeiro Kitchen:
Esta tradição é devotada essencialmente à pratica ou de trabalho da Antiga Religião, com ênfase no uso de plantas e encantamentos para proteção e cura. É a que mais se aproxima do significado geralmente apreendido do que é e faz um feiticeiro e era, aparentemente, praticada por habitantes neolíticos da maior parte da Europa ocidental. Esta é também uma das tradições mais facilmente praticada por solitários, uma vez que a educação exigida pode ser obtida por estudos pessoais ou aprendida com outros.
7-Gardneriana:
Esta tradição foi fundada por Gerald Gardner, em meados da década de 1950, e é geralmente considerada como tendo iniciado o movimento reativação da tradição da feitiçaria moderna. A wicca Gardneriana é outra dos britânicos tradicionais e solidamente estruturada, com firmes requisitos, tanto de tempo como de habilidades, que devem ser cumpridos para avanço nos vários graus. A auto-iniciação não é possível na wicca gardneriana; assim, não é um caminho viável aos solitários.
8-Hereditária:
Esta é uma tradição altamente restritiva, uma vez que requer que a pessoa trace a própria ancestralidade wicca, várias gerações para trás, na própria genealogia. Ensinamentos e iniciações são transmitidos apenas por um parente vivo que tenha sido instruído e iniciado da mesma forma, e pessoas de fora ou que não sejam membros da família não podm participar. É ideal para solitários, caso a pessoa consiga cumprir esses requisitos.
9-Strega:
Esta é uma tradição italiana, datada mais ou menos de meados do século XIVd.c., e enfatiza a adoração da Deusa em sua forma da Aradia, filha de Diana. Alguns dos nomes do sabá na Strega podem diferir dos usados em outras tradições da wicca, embora sejam celebrados muitos dos mesmos ritos e festivais.
10-Teutônica ou Nórdica:
Esta tradição é provalvemente apenas uma forma tão antiga da wicca como a forma Céltica, mas tem sua base nos países nórdicos da Europa, com mais ênfase no panteão nórdico do que nas divindades das Ilhas Britânicas ou célticas. Prevalece mais tipicamente entre alguns dos povos de língua germânica, como os holandeses, os dinamarqueses, os noruegueses, os suecos e os alemães.
11-Wicca-Seax:
Esta tradição foi fundada por Raymond Buckland no início da década de 1970, como ramo da wicca Gardneriana. A Wicca Seax difere da Gardneriana principalmente em sua capacidade de acomodar os praticantes solitários. Não há graus na Wicca-Seax, mas a ênfase é colocada nas habilidades aprendidas por instruções recebidas ou de auto-instrução, e a pessoa pode auto-iniciar-se

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